Acervo da Biblioteca Municipal Fontes Ibiapina passa por limpeza e organização

Para manter conservado o acervo com cerca de oito mil livros, a Biblioteca Municipal Fontes Ibiapina, localizada no bairro Matadouro, na zona Norte de Teresina, está realizando a limpeza e organização dos livros. Por conta da pandemia da COVID-19, a biblioteca foi fechada ao público funcionando apenas a parte administrativa.

Recentemente, o espaço ganhou cabines de estudo individual, onde o usuário terá mais privacidade durante o estudo. Outra novidade foi a implantação de um totem com álcool gel e ainda a aquisição de termômetro digital para medir a temperatura dos visitantes, após a reabertura.

De acordo com Antônia dos Santos, coordenadora da biblioteca, foram tomadas todas as medidas de segurança para o retorno das atividades tão logo a mesma seja liberada pelos órgãos de saúde. “Com a mudança dos costumes e dos afazeres no dia a dia por causa da pandemia do novo coronavírus, tivemos que fechar a biblioteca. Estamos buscando soluções para reabrir o espaço e tão logo ocorra a permissão por parte dos órgãos de saúde realizaremos a abertura”, conta Antonia dos Santos.

A Biblioteca Municipal Fontes Ibiapina é um espaço de estudo mantido pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Monsenhor Chaves. Para acompanhar mais ações da biblioteca, basta acessar o site fcmc.teresina.pi.gov.br ou seguir as redes sociais da instituição.

Balé da Cidade de Teresina participa de capacitação com artista carioca

Um dos eixos de ação do Balé da Cidade de Teresina é a busca pelo contínuo aperfeiçoamento profissional da dança. Entre ensaios, pesquisas, estudos e trocas, a companhia procura sempre aumentar seu repertório de referências. Desde a última segunda-feira (08), os bailarinos da Companhia participam da oficina “Práticas de Ajuntamento”, proposta pelo projeto Maria Bonita  e conduzida pela artista da dança, gestora e produtora cultural Mariana Pimentel (RJ).

Na oficina, a artista propõe, a partir da pergunta “Como viver em bando?”, possibilitar que os participantes percebam seus padrões de comportamento em coletivo e ativem práticas de reciprocidade, investigando de que modo estes aspectos incidem no ato de criar. A oficina possibilitará também que cada pessoa possa dedicar tempo e atenção a como seus processos de comunicação e decisão se formulam e se efetivam, em um constante exercício de tensionamento entre o individual e o coletivo.

Para Chica Silva, diretora do Balé da Cidade, essas trocas são importantes para o enriquecimento do repertório dos bailarinos. “Procuramos sempre evoluir em nossas práticas. Essa oficina é mais uma oportunidade de buscar novas referências e estudos para podermos aplicar em nossas produções”, comenta Chica Silva, afirmando ainda que a oficina segue até o próximo dia 13/02 e que a mesma faz parte do projeto de ações formativas Maria Bonita de realização da Associação de Promoção Multicultural – PROMULTI.

Sobre a Companhia

O Balé da Cidade de Teresina é uma companhia pública de Dança Contemporânea, atua no cenário artístico local e nacional, contribuindo com o desenvolvimento e aprofundamento da dança piauiense. Vem aproximando a dança da cidade através da sua atuação compromissada em diferentes ações, como temporadas de apresentações gratuitas, conversas e formação continuada.

O Balé da Cidade de Teresina conta com 18 bailarinos e é mantido pela Prefeitura Municipal de Teresina, através da Associação dos Amigos do Balé da Cidade de Teresina. Tem direção geral de Chica Silva, coordenação artística de Janaína Lobo e ensaios de Carla Fonseca.

Galeria do Mercado Velho abre exposição A MA RIA nesta quarta (10)

Inicia nesta quarta-feira (10) e segue até o próximo dia 25 de março, na Galeria do Mercado Central, no Centro de Teresina, a Exposição A MA RIA, do artista plástico Marcos Pê, que fala sobre Maria, que para o artista é o prefácio da vida de todos. O pródromo da existência do afeto.

Marcos Pê conta que Maria é o primeiro nome subjacente a qualquer mulher. É um feminino além do gênero. “Mulher Maria ou Maria Mulher é sempre uma referência automática à poesia, resistência e uma vocação natural para as lutas. Maria também é o sexo forte, a fé da adoração dos rosários e dos joelhos postos. Maria é ventre, germina, floresce, brota. Nada combina mais com Maria do que vida”, diz Marcos Pê, afirmando ainda que nada combina mais com arte do que Maria.

O artista é natural de Cajazeiras (PB) e reside em Teresina-PI desde 1983. Além de artista plástico, ele é publicitário. Ilustrou vários livros: No altar da poesia, Um mar de poesia, Cantadores, Cancela Velha, Outros mares, Invernia, O que é poesia, Inspiração e outros.

Como diretor de arte do longa-metragem João, foi também responsável pela reconstrução artística das sequências de dramatização.

A Exposição A MA RIA é financiada através de recursos da Lei Federal Aldir Blanc, executada pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Cultural Monsenhor Chaves. Para acompanhar mais ações desenvolvidas na Galeria Cultural do Mercado Central, basta acessar o site fcmc.teresina.pi.gov.br ou seguir as redes sociais da Fundação Cultural Monsenhor Chaves.

A Galeria do Mercado Central funciona de segunda a sexta das 9h às 17h e aos sábados das 9h às 13h, no Mercado Central de Teresina.

Casa da Cultura ganha nova gestão e deverá passar por reformas

Foi empossada a nova gestora da Casa da Cultura de Teresina, trata-se de Marilene Evangelista, que além de fazer parte do quadro de funcionários efetivos da Fundação Cultural Monsenhor Chaves, contribuiu com a construção do acervo bibliográfico e artístico desse importante espaço cultural.

A Casa da Cultura proporciona a estudantes, pesquisadores, turistas e a comunidade em geral a oportunidade de ampliar seus conhecimentos, através de visitas a seu acervo museológico, de consulta às fontes de pesquisas bibliográficas e arquivísticas, da formação cultural e do lazer por meio de cursos, oficinas de artes e outras atividades culturais.

A nova gestora afirma, que por ser funcionária da casa, já conhece de perto a realidade do local e que pretende fazer uma gestão acessível ouvindo a população e artistas que utilizam a Casa da Cultura. “Recebo com muita alegria esse novo desafio, pois não é sempre que um efetivo consegue tal indicação. Aqui temos problemas antigos e com toda certeza iremos trabalhar para que os mesmos sejam resolvidos a fim de mantermos viva a história desta edificação que já faz parte do cenário cultural da nossa capital”, comenta Marilene Evangelista.

Nesta semana foi realizada uma reunião para tratar sobre as melhorias a serem realizadas no espaço, segundo Scheyvan Lima, Presidente da Fundação Cultural Monsenhor Chaves, foi montado um comitê que irá participar do processo para a busca de soluções para a reforma da Casa da Cultura. “Demos posse a nova gestora e agora, juntos com os funcionários e colaboradores, vamos iniciar o processo de discursão para a tão sonhada reforma, obra que há anos é aguardada pela classe artística da capital”, afirma Scheyvan Lima, enfatizando ainda, que esse é um processo delicado, pois além de ser um prédio histórico, o mesmo é um espaço alugado, que depende da autorização de seu proprietário para tal reforma.

A Casa da Cultura de Teresina, foi inaugurada em 1994, ocupa uma edificação construída entre 1870 e 1880. Segundo historiadores, além de residência, a casa serviu também como quartel e enfermaria. Entre 1906 e 1911, o Monsenhor Joaquim d’Almeida instalou um Seminário no prédio e, em 1913, os herdeiros do Barão venderam o prédio para a Diocese de Teresina, que deu continuidade ao Seminário.

Depois de fechado o casarão foi transformado em residência episcopal, tendo sofrido algumas alterações na fachada principal. Com a transferência do Seminário, nele passou a funcionar, por vários anos, a sede do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) no Piauí, para depois abrigar, também por longo período, o Colégio Pedro II, que fez diversas modificações no prédio. Em 1986 foi tombado pelo Departamento do Patrimônio Histórico, Artístico e Natural do Piauí.

Fundação Monsenhor Chaves apresenta novos coordenadores e fortalece compromisso com o cenário cultural

Na manhã desta quinta-feira (04), a Fundação Cultural Monsenhor Chaves apresentou seus novos coordenadores de casas e projetos, em evento realizado no Palácio da Música. Casas históricas como o Museu Dom Paulo Libório e a Casa da Cultura ganharam novos diretores que fortalecerão o compromisso com o cenário cultural da cidade e com os artistas.

A gerente de promoção cultural, Silmara Castro, reafirma o compromisso da gestão com a cultura da cidade. “Estamos vivendo um momento sublime assumindo a FMC. Esses coordenadores têm a nossa cara e estamos felizes pois, apesar do momento de pandemia, estamos com muitos projetos para nossa cidade e esses novos gestores chegam para contribuir com a cultura de Teresina”, conta.

Kelly Lustosa é bailarina há mais de 20 anos e assume a coordenação de dança, onde pretende resgatar projetos hoje esquecidos e levar a dança para a população da cidade. “Esse momento é a realização de um sonho e o reconhecimento de mais de 20 anos de serviços prestados à Fundação Monsenhor Chaves. Eu já fui do Balé da Cidade, dei aula nas casas e hoje assumo a coordenação para resgatar projetos que se perderam ao longo dos anos e que fizeram diferença na vida de muitos jovens na cidade”, afirma a coordenadora.

Palácio da Música abre inscrições para cursos gratuitos

O Palácio da Música, localizado no Centro de Teresina, inicia nesta quinta-feira (04), as inscrições para os cursos de sanfona e violão juvenil. Por conta do distanciamento social provocado pela COVID-19, as inscrições e aulas acontecerão de forma remota, não havendo a necessidade do interessado ir até a sede do palácio.

As aulas do curso de violão juvenil ocorrerão nas segundas-feiras às 16h30 e nas quintas-feiras às 8h, sendo que os interessados em ocupar uma das vagas deve ter de 10 a 17 anos. Já o curso de sanfona ocorrerá nas terças-feiras, às 14h, e nas quintas-feiras, às 8h e interessados deverão ter idade a partir de 12 anos.

Para ambos os cursos, os participantes deverão ter o próprio instrumento e celular ou computador (com webcam) com acesso à internet. As inscrições e aulas serão gratuitas dando oportunidade de aprendizado para todos, para participar basta enviar uma mensagem via WhatsApp para o número 99428-3023.

Segundo Scheyvan Lima, presidente da Fundação Cultural Monsenhor Chaves, desde o início da pandemia da COVID-19 as aulas presenciais foram canceladas e que, por isso, o órgão que gere a cultura no município teve que se adaptar a atual realidade a fim de continuar contribuindo com os munícipes. “Entendemos que sem a imunização completa de todos os munícipes não é viável a realização de atividades presenciais, por isso estamos reiniciando todas as nossas ofertas de forma on-line”, afirma Scheyvan Lima.

O Palácio da Música abriga diversos projetos culturais, o espaço é mantido pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Cultural Monsenhor Chaves. Para se atualizar sobre as atividades e ofertas de cursos oferecidos pelo Palácio da Música, basta acessar o site fcmc.teresina.pi.gov.br ou seguir as redes sociais das instituições mencionadas.

Antes de tudo e depois do feito: coletivo lança curso gratuito de artes visuais em Teresina

Nos últimos anos, tem sido crescente a procura por profissionalização na área cultural no estado do Piauí. Esse interesse tem partido pela intensa produção artística em nossa capital que tem incentivado a população a mergulhar  nesse mundo. Pensando nisso, o Coletivo Latinas lança o curso introdutório de práticas em Artes Visuais em Teresina. As inscrições já estão abertas e vão até o dia 10 de fevereiro.

Com o intuito de auxiliar artistas e agentes culturais a pensar na criação de portfólio e também conhecer as demandas da produção de uma exposição, a iniciativa é uma ação educativa de formação, funcionando como estímulo para refletir sobre a prática no eixo das artes visuais.

“Todos os profissionais envolvidos na iniciativa são artistas visuais e agentes da cultura. Estamos sempre atentos às demandas da cidade e em aprender cada vez mais dentro do nosso segmento. Todavia, percebemos que aqui no estado, no caso mais específico em Teresina, havia pouco direcionamento em ações educativas e de formação para quem é artista visual.”, afirma Alana Santos, uma das organizadoras da oficina.

Mesmo de maneira introdutória, o curso “Antes de tudo e depois do feito” abordará temas de pré-produção, produção e pós-produção, tais como: construção de portfólio, acessibilidade, planejamento, cronograma, expografia e programa educativo. A oficina terá carga horária de 30 horas e, ao todo, serão 20 vagas ofertadas. As aulas iniciam ainda este mês, no dia 22, e serão na modalidade online.

“Queremos começar uma formalização desse nicho das artes visuais para que, cada vez mais, possamos ter eventos bem articulados, exposições acessíveis, propostas nas artes visuais passando em editais tanto aqui como fora”, finaliza Alana.

A iniciativa é um dos projetos contemplados pela Prefeitura de Teresina por meio da Fundação Monsenhor Chaves (FMC) através da Lei de Auxílio Emergencial Aldir Blanc, que atua como um incentivo para o setor artístico que enfrenta o forte impacto da pandemia da covid-19.

Para participar do curso, acesse as redes sociais do Coletivo Latinas (@coletivolatinas) e preencha o formulário. Lá, você também encontra o regulamento e a programação.

Orquestra Sinfônica de Teresina faz ensaio com distanciamento social

O funcionamento de uma orquestra vai muito além da apresentação em cima dos palcos. Os ensaios são fundamentais para o sucesso dos concertos.

A pandemia do coronavírus modificou bastante a vida da Orquestra Sinfônica de Teresina (OST) e ao longo dos meses de isolamento social, os músicos da OST não pararam de trabalhar, dedicando esforços no desenvolvimento de ações em ambiente digital para garantir a excelência.

Em dezembro, com muito cuidado e após muitas discussões com especialistas e a vigilância sanitária com a diretoria, a Orquestra voltou a realizar ensaios abertos no Parque da Cidadania, seguindo rígidos protocolos de segurança e saúde. “Uma Orquestra é uma aglomeração por excelência, então foi preciso muita conversa e planejamento para voltarmos aos ensaios sem colocar as pessoas em risco, nem músicos e nem público”, conta o maestro Aurélio Melo.

Ainda em novembro de 2020, após meses de planejamento, a Orquestra voltou aos ensaios presenciais no Palácio da Música. As restrições, devido à pandemia de Covid-19, resultaram em uma série de mudanças no dia a dia da Orquestra, com disposição de álcool em gel em todas as dependências, higienização das salas entre cada ensaio e restrição de pessoas. As atividades com instrumentos que utilizam cordas têm acontecido de forma mais intensa e frequente.

Os naipes de sopro ensaiam em dias e horários diferentes para manter a segurança de todos os músicos. Pensando nisso, a diretoria da OST criou um cronograma para ajustar os ensaios. “Precisamos separar os músicos de sopro pois é mais delicado, assim, eles ensaiam em locais diferentes e com protocolos mais rígidos”, conta o maestro Hilson Costa.

Mesmo com todas as restrições, os músicos estão felizes com a volta dos ensaios. Daniel Vinicius é chefe do naipe das madeiras e toca flauta transversal. “Depois de quase um ano e toda a fatalidade que nos aconteceu, voltar aos ensaios é ter a certeza que estamos seguindo em frente. Nossos maestros, mesmo sendo grupo de risco, estão nos dando força para seguirmos”, conta o músico.

A Orquestra é mantida pela Associação dos Amigos da Orquestra Sinfônica de Teresina com a ajuda da Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Monsenhor Chaves.

Exposição Na folha, Na terra, Tem erê, Tem anciã continua na Galeria do Mercado Velho

Ainda dá tempo de conferir a exposição “Na folha, Na terra, Tem erê, Tem anciã”, que coloriu, nos últimos meses, as paredes da Galeria de Artes Visuais do Mercado Velho, localizado no Centro de Teresina. Com produção do Coletivo Latinas, a mostra que estava prevista para encerrar dia 3 de fevereiro, mas seguirá aberta por mais alguns dias devido a boa visitação.

“Na folha, Na terra, Tem erê, Tem anciã” marcou o retorno da Galeria, que teve de suspender suas atividades devido a pandemia da Covid-19, mas isso não impediu a exposição de ser um sucesso e contar com a presença de muitas pessoas em todo esse período.

As artistas Aline Guimarães (Línea) e Jamires Martins (Jamm), responsáveis pelas obras, apresentam em cada uma das telas e instalações, traços que trazem memórias da infância, aproximando-nos de laços ancestrais e também das ligações com a natureza.

“A gente traz, especialmente, uma pesquisa que temos desenvolvido sobre a tinta de terra (geotinta) que é natural e estamos investigando e usando em nossas obras essa nova forma de criar, pintar e entender arte como parte de nós”, diz Línea.

A exposição retrata a ancestralidade e espiritualidade e conta com a curadoria da artista Mika, que já teve participação em outros projetos da Galeria.

“Essa experiência em curadoria tem aberto mais o meu campo de conhecimento dentro das artes visuais, além dessa exposição trazer temáticas que dialogam com esse espaço que guarda muito da nossa memória local”, afirma Mika, produtora da exposição.

A exposição encontra-se na Galeria do Mercado Velho, que é mantida pela Prefeitura de Teresina por meio da FMC e desenvolve um importante trabalho ao contribuir com a revitalização do centro da cidade e ainda proporcionar um espaço para novos e consagrados artistas exporem seus trabalhos.

Palácio da Música irá realizar testes para cursos de guitarra

Inicia neste sábado (30) e segue até o próximo dia 04/02 as inscrições para o teste de nivelamento dos cursos de guitarra on-line oferecidos no Palácio da Música. Os cursos serão gratuitos e terão duração de três meses, sendo realizados nos turnos manhã e noite.

Para participar dos testes, basta que o interessado tenha guitarra própria e computador ou celular com acesso à internet. Os cursos serão ministrados pelos professores André Sousa e Felipe de Sousa, já as inscrições poderão ser feitas pelo WhatsApp, através do número: 99428-3023.

O Palácio da Música é mantido pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Monsenhor Chaves. Para ter acesso às atividades culturais e cursos oferecidos no Palácio da Música, basta acessar o site fcmc.teresina.pi.gov.br ou seguir as entidades nas redes sociais.