Bloco das Fuleiras fortalece tradição carnavalesca e recebe apoio estrutural da FMC

O Bloco das Fuleiras é um dos exemplos de como o Carnaval de Teresina nasce da cultura popular e da união entre amigos. Criado há cerca de 19 anos, o bloco surgiu a partir de encontros de jogadores da região da Tabuleta que, aos domingos de Carnaval, se reuniam para partidas de futebol marcadas pela descontração e pelo bom humor. Após os jogos, o grupo seguia para bares da região, onde a convivência e as brincadeiras ajudaram a construir a identidade do bloco.

Com o passar dos anos, o encontro entre amigos cresceu, ganhou novos participantes e deixou de ser apenas uma confraternização para se tornar uma festa de rua. O aumento do público e a adesão da comunidade consolidaram o Bloco das Fuleiras como parte da programação carnavalesca da cidade.

Atualmente, o evento acontece na Avenida Barão de Gurgueia, nas proximidades do Bar do Bacurau, em frente à academia Selfit. Para a edição deste ano, a Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC) vai oferecer apoio estrutural para a realização do bloco, reforçando o incentivo às manifestações culturais populares e contribuindo para a organização e segurança do evento.

A programação está prevista para o domingo de Carnaval, dia 15 de fevereiro, a partir das 16h, com atrações musicais, espaço kids e animação com bonecos gigantes. A organização também avalia a retomada do percurso tradicional pelas ruas do entorno, prática que marcou a história do bloco.

Cadernos de Teresina 21: arte, memória e cidade em uma edição plural

A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC) apresenta, nesta semana, mais uma edição do projeto “Revisitando a revista Cadernos de Teresina”, com foco no número 21 da publicação, lançada em dezembro de 1995. Considerada uma das edições mais amplas e diversas da revista, o volume reúne um extenso conjunto de textos, ensaios e reflexões que atravessam artes visuais, literatura, história, cultura popular, urbanismo, música, teatro e sociedade.

O destaque da edição é a matéria “Artes Plásticas: Manoel Oliveira – Teresina em Linha & Cor”, que aborda a obra do artista e sua relação sensível com a paisagem urbana da capital. A edição também traz contribuições relevantes nas seções Canto do Conto, com textos de Pollyanna Jericó e José Pereira Bezerra, além de reflexões sobre a cidade, como “Assentamentos Humanos: um desafio para Teresina”, de Kleber Moura, e “O fantasma das epidemias”, de Maria Mafalda Balduino de Araújo.

A cultura popular ocupa espaço significativo, com matérias como “O Homem do Carcará”, de Ailton Simões, e “Teresina e o espaço sagrado”, de Maria Cecília Silva de Almeida Nunes. O campo documental é contemplado com estudos históricos, entre eles “Alforrias de Escravos: um estudo de relações sociais” e “Os corsários no litoral piauiense”, ampliando o olhar sobre o passado do estado.

A edição nº 21 também reúne entrevistas, ensaios teóricos, perfis, memórias e uma forte presença literária, com textos que discutem ideologias, cânone piauiense, utopias, poesia e trabalho, além de uma sessão dedicada exclusivamente à poesia. Música, teatro, urbanismo e agenda cultural completam o conjunto, reforçando o caráter multidisciplinar da revista.

O episódio desta semana do Revisitando a Revista foi gravado diretamente no Centro de Teresina, junto às obras de Manoel Oliveira, fazendo alusão direta à matéria de artes plásticas que dá destaque à edição. O resumo ficou a cargo da estagiária da FMC Vitória Eduarda, que apresentou ao público os principais pontos do texto e a importância da obra do artista para a memória visual da cidade. Para ter acesso à revista completa CLIQUE AQUI!

Cine MIS estreia com sessão gratuita e aposta na democratização do cinema brasileiro

O Museu da Imagem e do Som (MIS) deu início, nesta terça-feira, ao meio-dia, ao projeto Cine MIS, uma nova iniciativa cultural que passa a oferecer sessões gratuitas de cinema para a população. A estreia contou com a exibição do filme O Palhaço, produção nacional protagonizada por Selton Mello, e reuniu estudantes, visitantes e amantes do audiovisual.

Idealizado como um espaço de difusão e entretenimento, o Cine MIS acontece semanalmente, sempre às terças-feiras, das 12h às 14h, ampliando o acesso da população ao cinema brasileiro. Segundo o diretor do MIS, Paulo Dantas, a proposta vai além da exibição de filmes de circulação nacional. “Não teremos apenas filmes de difusão nacional. Também exibiremos produções realizadas aqui na nossa cidade e no nosso estado, dialogando com obras de outros estados do país”, explicou.

O diretor destacou ainda que todas as sessões serão gratuitas, uma vez que os filmes exibidos fazem parte da Coleção Cinema Contemporâneo Brasileiro, disponibilizada pela Agência Nacional de Cinema (Ancine). “Uma das especificidades para que esses filmes sejam veiculados é justamente que permaneçam gratuitos. Por isso, o Cine MIS será sempre aberto ao público”, reforçou Paulo Dantas.

Durante a abertura, o diretor também relembrou iniciativas anteriores voltadas ao audiovisual na cidade, como o Cine Clube, ativo nos anos 1990 na Casa da Cultura. Diferente daquela experiência, o Cine MIS nasce com foco principal na difusão cultural e no entretenimento. “A população precisa e quer espaços de lazer e cultura. O MIS se coloca como esse espaço”, afirmou.

Entre os presentes na estreia estava a estudante Maria Isadora, que ressaltou a importância do projeto para a valorização do cinema nacional. Para ela, o Cine MIS amplia o acesso da população à produção cinematográfica brasileira e fortalece o reconhecimento do cinema como elemento social e cultural. “Essa proposta que o MIS está trazendo é muito importante para a população em geral, seja teresinense ou timonense, que vive em cidades próximas. Ela valoriza o cinema brasileiro, a cinematografia e mostra a importância que o cinema tem para a sociedade”, destacou.

Cadernos de Teresina 20: imaginário religioso e a criação da capital em destaque

A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC) apresenta, nesta semana, mais uma edição do projeto “Revisitando a revista Cadernos de Teresina”, com foco na edição nº 20, publicada em agosto de 1995. A revista reúne um amplo conjunto de conteúdos que transitam entre artes, literatura, história, política, música e cultura popular, reafirmando o papel da publicação como importante registro da memória cultural e social de Teresina.

Entre os temas abordados estão artes plásticas, Canto do Conto, crônicas, poesias, teatro e agenda cultural, além de matérias como O mestre-escola e a “siglomania”, “O nascimento da infância”, reflexões em “Lembranças de uma cidade ardente”, textos sobre o cotidiano entre trabalho e lazer, literatura com Juca Mulato e Luiz Romero Lima, música com a análise “CD Bom ou Bons CDs”, além de discussões políticas sobre liberdade e poder a partir da obra de Jean-Jacques Rousseau. A edição também traz entrevista com Raimundo Nonato Monteiro de Santana e um perfil dedicado à vida e obra do Barão de Gurguéia.

O principal destaque desta edição é a matéria de cultura popular “O imaginário religioso e a criação de Teresina”, escrita por Maria Cecília Silva. O texto aborda a fundação da capital a partir do chamado marco zero, localizado em frente à Igreja de Nossa Senhora do Amparo, espaço simbólico para a compreensão da origem da cidade e da construção de seu imaginário religioso.

O episódio desta semana do projeto foi gravado diretamente na Igreja de Nossa Senhora do Amparo, estabelecendo uma relação direta entre o local histórico e a narrativa apresentada na revista. O resumo da edição foi conduzido pela servidora da FMC Mariana Castelo Branco, que destacou os aspectos históricos e simbólicos da matéria central. Para ter acesso à revista completa CLIQUE AQUI!

MIS promove estreia do CINE MIS com exibição de cinema nacional no centro de Teresina

O Museu da Imagem e do Som de Teresina (MIS) promove, no próximo dia 27 de janeiro (terça-feira), a estreia do CINE MIS, um novo projeto cultural que tem como objetivo democratizar o acesso ao cinema e aproximar o público teresinense do audiovisual popular e nacional.

A programação acontece das 12h às 14h, no horário do almoço, pensando especialmente no público que circula pelo centro da cidade e busca opções culturais acessíveis durante o dia. A iniciativa integra as ações do MIS voltadas à valorização do cinema brasileiro e à difusão da produção cinematográfica. De acordo com o diretor do MIS, Paulo Dantas, o projeto nasce com a proposta de criar um espaço de encontro entre o público e o cinema nacional.

“É uma iniciativa que visa difundir o cinema por meio de produções cinematográficas nacionais. Pensamos nesse horário para quem trabalha no centro, que às vezes precisa de um tempo para descansar e aproveitar algo cultural. Venha curtir com a gente o novo cinema brasileiro”, destacou.

Na estreia, será exibido o filme “O Palhaço”, do ator Selton Mello, marcando o início da programação do projeto, que pretende ampliar o diálogo entre o público e o audiovisual produzido no país. O CINE MIS fomenta a cultura, estimula o acesso ao cinema e fortalece a memória e identidade cultural da cidade.

FMC recebe Academia Piauiense de Letras para reunião institucional e proposta de parceria

A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC) recebeu, na manhã desta segunda-feira (19), representantes da Academia Piauiense de Letras (APL) para uma reunião institucional voltada ao fortalecimento de parcerias culturais entre as duas entidades.

A visita contou com a presença da presidente da APL, Fides Angélica Ommati, que está em fase final de seu mandato, além de dois professores integrantes da Academia. O encontro teve como principal objetivo a apresentação de uma proposta de parceria institucional entre a FMC e a APL, visando o desenvolvimento de ações conjuntas voltadas à valorização da cultura, da literatura e da memória piauiense.

Durante a ocasião, a presidente da APL realizou a doação de publicações da Academia ao acervo da Fundação Municipal de Cultura, contribuindo para o enriquecimento do patrimônio bibliográfico da instituição. O presidente da FMC, maestro Aurélio Melo, destacou a importância do encontro e da doação realizada.

“É uma imensa alegria receber a Academia Piauiense de Letras, principalmente nos presenteando com essa riqueza que é a história do Piauí. Essa doação ficará à disposição da Fundação, e vamos buscar um alinhamento para fortalecer ainda mais a cultura da cidade e do estado, aproximando a Fundação Monsenhor Chaves da Academia Piauiense de Letras”, afirmou.

A presidente da APL, Fides Angélica Ommati, também ressaltou a satisfação com o diálogo institucional e as perspectivas futuras de colaboração.

“É uma alegria estar aqui hoje, nesse contato com a Fundação Monsenhor Chaves. Já estamos pensando e arquitetando atividades em conjunto, em colaboração, com o objetivo de fortalecer a cultura e a literatura do nosso estado”, pontuou.

Cadernos de Teresina 19: a devoção popular a Motorista Gregório em destaque na edição revisitada

A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC) apresenta, nesta semana, mais uma edição do projeto “Revisitando a revista Cadernos de Teresina”, com foco no número 19 da publicação, lançado em abril de 1995. A edição reúne uma ampla diversidade de temas que transitam entre artes, literatura, história, urbanismo e cultura popular, reafirmando o papel da revista como registro sensível da memória social e cultural do Piauí.

Entre os conteúdos presentes estão matérias sobre artes plásticas, Canto do Conto, crítica literária, poesias, crônicas e urbanismo, além de textos como “Mostra visual de poesia brasileira”, “Uma pequena apreciação do tempo: da Idade Média à Idade Moderna”, reflexões sobre o movimento estudantil no Piauí, discussões acerca da questão da nacionalidade na literatura brasileira no século XIX e a reportagem “Jornalismo em Teresina nos anos 30: ato de amor e heroísmo”.

O principal destaque da edição é a matéria de cultura popular “Motorista Gregório: um santo do povo”, escrita por Maria Cecília Silva. O texto narra a história de Gregório, personagem que mobilizou forte comoção popular após ser assassinado às margens do rio Poty por um delegado da cidade de Barras. Com o passar do tempo, sua memória foi ressignificada pela população, que passou a vê-lo como uma figura de devoção e fé.

O episódio desta semana do projeto foi gravado diretamente no monumento em homenagem ao Motorista Gregório, localizado na Avenida Marechal Castelo Branco. O local tornou-se ponto de visitação e devoção popular, marcado por um monumento em formato de gota com uma cruz ao centro, simbolizando um dos aspectos mais tocantes de sua história: o fato de Gregório ter passado longas horas com sede antes de morrer. Até hoje, fiéis costumam levar garrafas de água ao monumento como gesto simbólico para “matar a sede” daquele que consideram um santo do povo.

O resumo da edição ficou a cargo do servidor da FMC Jairo Sherlock, que destacou a relevância da matéria sobre o Motorista Gregório como um importante registro da religiosidade popular, da memória coletiva e das narrativas construídas pelo povo a partir de episódios de dor e injustiça. Para ter acesso à revista completa CLIQUE AQUI!

Receita Federal doa caminhão-baú para fortalecer logística da Orquestra Sinfônica de Teresina

A Orquestra Sinfônica de Teresina receberá, na próxima quinta-feira, um caminhão-baú doado pela Delegacia da Receita Federal em Teresina. O veículo será destinado ao transporte de instrumentos, equipamentos e estruturas utilizadas nas apresentações e projetos da Orquestra, fortalecendo de forma direta a logística e a capacidade operacional do grupo.

A doação é fruto de parceria institucional com a Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC), e representa um avanço importante para a política de valorização da cultura e de fortalecimento dos equipamentos culturais do município.

Para o prefeito de Teresina, Dr. Silvio Mendes, a iniciativa demonstra sensibilidade social e compromisso com a cidade.

“A Orquestra Sinfônica é um patrimônio de Teresina e precisa de estrutura para cumprir seu papel cultural e educativo. Essa doação é um gesto de responsabilidade e respeito com a cultura e com os artistas da nossa cidade”, afirmou.

O presidente da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves, Raimundo Aurélio de Melo, destacou o impacto prático da doação no dia a dia da Orquestra.

“Esse caminhão representa dignidade de trabalho para os músicos e mais eficiência para a gestão. Ele vai garantir segurança no transporte dos instrumentos e permitir que a Orquestra chegue a mais bairros, escolas e comunidades”, pontuou.

O superintendente executivo da FMC, Abiel Bomfim, ressaltou que a doação atende a uma demanda histórica da instituição.

“Há muitos anos a Orquestra Sinfônica de Teresina sonhava com um veículo próprio para o transporte de seus instrumentos e equipamentos. Essa doação da Receita Federal é um marco para a Orquestra e para a cultura de Teresina. É logística, é economia de recursos públicos e é mais alcance social”, afirmou.

O delegado da Receita Federal em Teresina, André Luiz, destacou o caráter social da destinação do veículo.

“A Receita Federal tem o compromisso de dar destinação social aos bens apreendidos, e é motivo de satisfação ver esse caminhão contribuindo diretamente para a cultura, para a educação e para a formação cidadã por meio da música”, declarou.

O caminhão-baú será incorporado à frota de apoio da Fundação Municipal de Cultura e ficará à disposição da Orquestra Sinfônica de Teresina para atender apresentações, projetos educativos, concertos didáticos e ações de descentralização cultural nos bairros da capital.

A entrega oficial do veículo aconteceu na quinta-feira, em ato institucional com a presença de representantes da Receita Federal e da Fundação Municipal de Cultura.

Cadernos de Teresina 18: religiosidade popular em foco na edição revisitada

A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC) apresenta, nesta semana, mais uma edição do projeto “Revisitando a revista Cadernos de Teresina”, com destaque para o número 18 da publicação, lançada em dezembro de 1994. A edição reúne um amplo conjunto de temas que atravessam cultura popular, artes, literatura, música, sociedade e história, reafirmando o caráter plural da revista.

O principal destaque desta edição é a matéria “Religiosidade popular em Teresina”, escrita por Maria Cecília Silva, que aborda manifestações de fé como expressão cultural e identidade coletiva da cidade. No campo das artes plásticas, a revista apresenta o trabalho “Janela da Alma”, enquanto a crítica literária analisa a poesia de William Melo Soares. A publicação também discute a literatura piauiense sob a perspectiva da história social, ampliando o debate sobre produção cultural e contexto histórico.

Outros temas relevantes presentes na edição incluem a desertificação no Piauí, o movimento estudantil piauiense nos anos 1970, a música no Piauí na mesma década, além de textos sobre poesia, sociedade e a extensão integradora da Universidade Federal do Piauí (UFPI). O conjunto de matérias oferece um panorama crítico e diversificado do pensamento cultural e social do período.

Nesta semana, o episódio do projeto foi gravado diretamente na Fundação Monsenhor Chaves, localizada no Museu da Imagem e do Som (MIS). O resumo da edição ficou a cargo do servidor da FMC Josias Filho, que destacou a matéria sobre religiosidade popular em Teresina, enfatizando sua importância como registro da cultura e das tradições da capital. Para ter acesso a revista completa CLIQUE AQUI.

Carnaval 2026 em Teresina: FMC divulga informações detalhadas sobre a festa

Teresina já tem confirmação oficial de Carnaval em 2026. A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC) reuniu-se nesta quarta-feira (07) com o prefeito Silvio Mendes e representantes de blocos carnavalescos para alinhar a organização da festa na capital.

O encontro, segundo a Prefeitura, teve como foco o reconhecimento das manifestações populares como expressão cultural de grande relevância para a cidade e o compromisso institucional de trabalhar de forma integrada para viabilizar a programação.

Carnaval de rua com forte participação popular

Durante a reunião, foram identificados os principais blocos em atividade, com programação distribuída entre sábado e terça-feira de Carnaval, contemplando todas as zonas urbanas de Teresina. As manifestações carnavalescas possuem caráter comunitário e ampla participação popular, reunindo um grande número de foliões e gerando impactos diretos na dinâmica urbana, social e econômica do município.
Prefeitura Municipal de Teresina

Segundo estimativas apresentadas no encontro, a circulação de público chega a mais de 120 mil pessoas ao longo do período carnavalesco.

O prefeito Silvio Mendes ressaltou a importância do Carnaval como momento de convivência coletiva e expressão cultural. Em suas declarações, ele afirmou que a festa popular será promovida de forma gratuita e aberta ao público, com foco na segurança, organização e civilidade.
Prefeitura Municipal de Teresina

“A cidade merece ser feliz, e o Carnaval é uma forma de ser feliz”, afirmou o gestor municipal durante a reunião.
Prefeitura Municipal de Teresina

Planejamento e infraestrutura

O planejamento para o Carnaval de Teresina 2026 inclui investimentos em infraestrutura para apoiar blocos, mobilidade, segurança pública e serviços urbanos. A Fundação Municipal de Cultura antecipou que está organizado o investimento estimado de R$ 450 mil para atender 12 blocos carnavalescos, com foco na disponibilização de equipamentos básicos como palco, som, iluminação, banheiros químicos, geradores e logística. (conforme informado em levantamentos técnicos e planejamento institucional)

Entre os blocos tradicionais que participam das articulações estão, a título exemplificativo, o Capote da Madrugada, o Bloco da Liberdade, o Pinto na Morada, o Bloco das Fuleiras, o Paçoca, o Vaca Atolada, o Piauí Samba, o Estouradas, o Patrão da Beka e o Curicas, refletindo a diversidade de iniciativas populares na cidade.

Programação oficial e próximos passos

A FMC informou que a programação completa do Carnaval 2026 será divulgada em breve pelos canais oficiais da Fundação, com detalhamento das datas, locais e logísticas de cada bloco.

A expectativa da gestão municipal é que a festa reforce a presença cultural na cidade, promova ocupação dos espaços públicos e fortaleça o sentimento de pertencimento da população, sem a necessidade de abadás ou exigência de ingresso, preservando o caráter de festa popular.