Edição nº 27 da revista Cadernos de Teresina resgata história e cultura em entrevista com Monsenhor Chaves

A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC) segue promovendo o resgate da memória cultural da cidade por meio do projeto Revisitando a Revista, que semanalmente apresenta ao público conteúdos e reflexões presentes nas antigas edições da revista Cadernos de Teresina. Nesta semana, o projeto destaca a edição nº 27, publicada em dezembro de 1997, reunindo textos, entrevistas, ensaios e produções artísticas que ajudam a compreender a história cultural e intelectual do Piauí.

A revista traz uma variedade de temas e autores, passando pelas artes plásticas, com o texto A Escultura de José Pascoal; pela literatura e crítica literária, como Os sessenta anos de Vidas Secas, de M. Paulo Nunes; além de contos, poesias, ensaios e produções que dialogam com a cultura e o cotidiano piauiense. Também fazem parte da edição matérias sobre música, ecoturismo rural e cultura popular, como o artigo Folguedos Folclóricos do Piauí, de Lirton Nogueira Santos.

O destaque do episódio desta semana é a entrevista com Monsenhor Joaquim Ferreira Chaves, conduzida por Domingos Bezerra Filho e Elmar Carvalho. O conteúdo aborda aspectos da trajetória e da atuação de uma das figuras mais importantes para a história cultural e religiosa de Teresina e do Piauí. O reconhecimento de sua contribuição é tão significativo que a própria Fundação Municipal de Cultura leva seu nome.

Para fortalecer essa conexão com a memória da cidade, a gravação do episódio foi realizada em três importantes pontos do Centro de Teresina. O primeiro cenário foi em frente à Igreja de São Benedito, que remete à capa da edição. Em seguida, foi frente ao Colégio Diocesano, instituição onde Monsenhor Chaves atuou como professor. O terceiro e último local foi a Igreja de Nossa Senhora do Amparo, espaço onde ele exerceu o sacerdócio.

Durante o episódio, o resumo e os comentários sobre a entrevista foram apresentados pelo servidor da FMC Jairo Sherlock, que destacou a relevância histórica e cultural de Monsenhor Chaves para a formação da identidade teresinense. Assim, entre textos, memórias e personagens que marcaram a história da cidade, a edição nº 27 dos Cadernos de Teresina nos convida a olhar para o passado com atenção e respeito. Nas páginas da revista permanecem vozes, histórias e reflexões que atravessam o tempo e ajudam a contar, pouco a pouco, a trajetória cultural de Teresina e do Piauí. Para ter acesso à revista completa CLIQUE AQUI!

Biblioteca Fontes Ibiapina recebe alunos para atividade literária em homenagem ao Dia do Bibliotecário

A Biblioteca Fontes Ibiapina foi palco de mais um momento de incentivo à leitura na manhã desta quarta-feira (11). O espaço recebeu a visita de alunos da Escola Municipal Santa Maria da Codipi, que participaram de uma atividade literária marcada por aprendizado, imaginação e descobertas.

Durante o encontro, a escritora Virgínia Delzuita apresentou sua obra Bichos Molhados. A leitura e a conversa sobre o livro despertaram o interesse das crianças, que acompanharam atentamente as histórias e interagiram com a autora em um momento dedicado à literatura infantil e ao estímulo da criatividade.

A coordenadora da biblioteca, Toinha Neres, destacou a importância de iniciativas que aproximam os estudantes do universo dos livros. Segundo ela, mesmo sendo um espaço pequeno, a biblioteca oferece um ambiente acolhedor e voltado ao aprendizado.

“A biblioteca é um espaço pequeno, mas aconchegante. Recebemos um público que utiliza o acervo infantil e também adultos que vêm realizar pesquisas, inclusive para concursos. Além disso, desenvolvemos atividades extras, como as aulas-passeio com escolas. As crianças adoram, porque aprendem a ler brincando. O livro é um brinquedo com palavras”, afirmou.

A visita também integrou as ações realizadas pela biblioteca em homenagem ao Dia do Bibliotecário, celebrado nesta quinta-feira (12). A iniciativa reforça o papel das bibliotecas públicas como espaços de formação cultural, incentivo à leitura e construção de novos leitores na cidade.

Revisitando a Revista destaca edição nº 26 dos Cadernos de Teresina com reflexão sobre a mulher no sertão nordestino

O projeto Revisitando a Revista, desenvolvido pela Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC), segue resgatando a memória cultural de Teresina por meio das edições históricas da revista Cadernos de Teresina. Nesta semana, o destaque é a edição nº 26, publicada entre maio e agosto de 1997, que reúne uma ampla diversidade de conteúdos ligados à arte, literatura, cultura popular, educação e história.

A publicação traz um panorama rico da produção cultural e intelectual do período. Entre os destaques estão a matéria “Heloisa Cristina: Entre Linhas e Cores”, de Pollyanna Jericó, na seção de artes plásticas; o conto “A Visagem”, de Magalhães da Costa; e a conferência “O Real Mais que Real”, da escritora Marina Colasanti. A edição também apresenta crônicas, ensaios, críticas literárias e estudos históricos, além de seções dedicadas à música, teatro, literatura e poesia.

Um dos textos comentados nesta semana no projeto é “A Mulher no Sertão do Nordeste”, da pesquisadora Miridan Britto Knox Falci, que aborda o papel e a força feminina no contexto social e histórico do sertão nordestino. A escolha da temática dialoga com a semana do Dia Internacional da Mulher, reforçando a importância da reflexão sobre a presença e a contribuição das mulheres na sociedade.

A gravação do episódio foi realizada na Casa de Cultura da Dona Carlotinha, espaço simbólico da cultura local. O resumo da edição foi apresentado pela assessora de comunicação da FMC, Emily Araújo, que destacou a relevância do texto e a atualidade da discussão sobre o protagonismo feminino.

Com mais de 90 páginas, a edição nº 26 dos Cadernos de Teresina reúne gravuras, textos literários, poemas, entrevistas, reportagens e agenda cultural, reafirmando o papel da revista como um importante registro da produção artística e intelectual do Piauí. Para ter acesso à revista completa CLIQUE AQUI!

Matrículas abertas para oficinas de dança e teatro em Teresina

Estão abertas as matrículas para novos alunos que desejam participar das oficinas de dança e teatro oferecidas no Teatro João Paulo II, C.E.U Sul e C.E.U Norte. As inscrições acontecem de 02 a 06 de março e devem ser realizadas presencialmente nas respectivas unidades.

No Teatro João Paulo II, localizado na Avenida Joaquim Nelson, 1885, bairro Redonda, as vagas são destinadas a crianças a partir de 5 anos, adolescentes e adultos. A unidade cobra uma taxa de matrícula no valor de R$ 60,00. Já no C.E.U Norte, situado na Avenida Ministro Sérgio Mota, e no C.E.U Sul, localizado na Rua Nove, 90, bairro Portal da Alegria, as oficinas são voltadas para crianças e adolescentes. No C.E.U Norte, o público contemplado é de 7 a 15 anos; no C.E.U Sul, de 7 a 13 anos. Nessas duas unidades, não há cobrança de taxa de matrícula.

Para efetivar a inscrição, é necessário apresentar:
– Documento de identificação da pessoa responsável
– Documento de identificação do aluno
– Comprovante de matrícula escolar
– Uma foto 3×4
– Comprovante de residência.

De acordo com a coordenadora de dança, Vanessa Nunes, o principal objetivo das oficinas é garantir o acesso à formação artística, mas também promover a formação humana dos participantes. “A arte não é apenas um aprendizado técnico, mas também um espaço de formação humana. A dança e o teatro fortalecem a autoestima, a comunicação, a criatividade e a convivência coletiva”, destaca a coordenadora.

Revisitando a Revista destaca edição nº 25 dos Cadernos de Teresina e celebra a tradição do Bumba-Meu-Boi na capital

O projeto semanal Revisitando a Revista, promovido pela Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC), apresentou nesta semana a edição nº 25 da revista Cadernos de Teresina, publicada em abril de 1997. O episódio foi gravado no tradicional Mercado Central São José, conhecido popularmente como Mercado Velho, espaço simbólico da cultura e da memória popular teresinense.

Entre os destaques da edição está a matéria “O Bumba-Meu-Boi de Teresina”, de Maria Cecília Mendes, que resgata a trajetória de um dos mais importantes movimentos culturais da cidade. O resumo foi apresentado pelo servidor da FMC, Wellington Sampaio, que já atuou como coordenador de ações ligadas ao Bumba-Meu-Boi e contribuiu com reflexões sobre a força histórica e simbólica da manifestação na identidade cultural de Teresina.

A publicação reúne uma ampla diversidade de conteúdos, reafirmando o caráter plural dos Cadernos de Teresina. A edição contempla artes plásticas com “Naza: A visão das Formas Flamejantes”, literatura e crítica com análises sobre Elmar Carvalho e Mário Faustino, cultura popular, folclore, economia, educação, memória musical e teatro, além de entrevista, depoimento, crônica, seção de poesias e agenda cultural.

Ao revisitar a edição nº 25, o projeto evidencia a importância de preservar e valorizar manifestações como o Bumba-Meu-Boi, que atravessam gerações e permanecem vivas na memória coletiva da cidade. Para ter acesso à revista completa CLIQUE AQUI!

Fundação Municipal de Cultura abre programação dos 40 anos com apresentações no Teatro João Paulo II

A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves deu início, na noite desta quarta-feira (25), à programação comemorativa pelos seus 40 anos de atuação em Teresina. O evento foi realizado no Teatro João Paulo II e reuniu apresentações do Projeto Banda Escola, da Orquestra Sanfônica e do Balé da Cidade.

A abertura marcou também o início das atividades do Teatro João Paulo II neste novo ciclo, fortalecendo o compromisso da instituição com a formação artística e a difusão cultural na capital.

O presidente da Fundação, Aurélio Melo, destacou a importância do momento para a cultura da cidade. “Nós estamos hoje aqui na frente do Teatro João Paulo II, com a programação que marca a abertura das atividades da Fundação Cultural Monsenhor Chaves, e também aqui do Teatro João Paulo II. A partir da próxima semana, começam as inscrições e também a abertura de pauta para as apresentações.”, afirmou.

Com quatro décadas de história, a Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves segue desenvolvendo ações voltadas à formação de novos talentos, ao incentivo às expressões artísticas e ao fortalecimento da cena cultural teresinense. A programação comemorativa continua ao longo do ano, com atividades gratuitas e abertas ao público.

Palácio da Música abre inscrições para Visita Guiada com Ensaio Aberto.

O Palácio da Música está com inscrições abertas para a edição 2026 da visita guiada com Ensaio Aberto, iniciativa voltada a escolas interessadas em proporcionar aos alunos uma experiência educativa e musical. A proposta é aproximar estudantes do universo artístico por meio de atividades que integram conhecimento, prática e interação cultural.

Durante a programação, os alunos terão a oportunidade de conhecer a estrutura do Palácio da Música, participar de uma visita guiada pelos espaços do local, assistir ao ensaio aberto de um dos grupos residentes da casa e ainda concorrer a brindes por meio de sorteio. A ação busca estimular o contato direto com a música e ampliar o repertório cultural dos participantes.

As inscrições devem ser realizadas pelas escolas por meio do WhatsApp (86) 98168-0783. As vagas são limitadas e serão preenchidas por ordem de chegada. A organização informa que despesas com transporte, lanche e demais custos relacionados ao deslocamento dos alunos são de responsabilidade das instituições de ensino.

A iniciativa reforça o compromisso do Palácio da Música com a formação de público e a valorização da educação cultural, oferecendo aos estudantes uma vivência prática e enriquecedora no cenário musical da capital.

Ano letivo das oficinas de dança começa com novidades no Teatro João Paulo II e nos CEUs

O período letivo de 2026 das oficinas de dança realizadas no Teatro João Paulo II e nos Centros de Artes e Esportes Unificados (CEUs) das regiões Norte e Sul de Teresina iniciaram, nesta segunda-feira (23). As atividades marcam a retomada das aulas com foco na organização, no aprimoramento técnico e no fortalecimento da formação artística dos alunos na capital.

As turmas contemplam diversas faixas etárias. Na categoria baby, participam crianças de 5 a 6 anos; na iniciação, alunos de 7 a 9 anos; no nível intermediário, estudantes de 9 a 12 anos; e no terceiro ano, adolescentes de até 16 anos. As oficinas também incluem a turma da melhor idade, com a modalidade “Dançando Experiência”. Entre as linguagens ofertadas estão ballet clássico, danças populares voltadas para a melhor idade e dança contemporânea para adolescentes.

A proposta é fortalecer, aprimorar e estimular a prática da dança em Teresina, ampliando o acesso à formação artística e incentivando o desenvolvimento técnico dos participantes. A estudante Lívia, de 11 anos, demonstra entusiasmo ao avançar para um novo nível no ballet. “A minha expectativa para este ano é aprender novos passos. Aqui eu sempre aprendo muitas coisas diferentes e estou animada para as apresentações”, afirmou.

De acordo com a coordenadora de dança, Vanessa Nunes, 2026 será um ano de avanços técnicos em todas as modalidades oferecidas. Segundo ela, o planejamento pedagógico foi reformulado a partir de um diagnóstico realizado em 2025, que apontou a necessidade de adotar novas formas de avaliação e promover ajustes estruturais, como a reorganização de turmas e do corpo docente.

Outro destaque para este ano é o início do uso de sapatilhas de ponta por cerca de 60 alunas, item essencial no ballet clássico e que representa um novo estágio na formação técnica das bailarinas. Além disso, o CEU Norte conta agora com o “Dança Teatro”, modalidade que traz a dramatização das cenas na dança.

Revisitando a Revista destaca edição nº 24 dos Cadernos de Teresina e debate a importância das áreas verdes da capital

O projeto semanal Revisitando a Revista, promovido pela Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC), apresentou nesta semana a edição nº 24 da revista Cadernos de Teresina, publicada em dezembro de 1996. O episódio foi gravado diretamente da Praça Saraiva, um dos espaços simbólicos do centro da capital, reforçando o diálogo entre memória urbana e patrimônio cultural.

Nesta edição histórica, a revista reúne um vasto conjunto de conteúdos que atravessam artes plásticas, literatura, crítica, cultura popular, educação, economia, música, teatro, memória e história. Com mais de 100 páginas, a publicação se destaca pela diversidade de textos, gravuras, poemas, entrevistas e documentos, consolidando-se como um importante registro da produção intelectual e artística piauiense da década de 1990.

Entre os destaques comentados no programa está o artigo “Revalorizando o verde em Teresina: o papel das unidades ambientais”, da professora Iracilde M. de Moura Fé Lima. O resumo da matéria foi apresentado pelo servidor da FMC, Jairo Sherlock, que ressaltou a importância dos parques ambientais e das praças na configuração urbana de Teresina. O texto aborda a necessidade de preservação e valorização dos espaços verdes da cidade, discutindo seu papel ambiental, social e paisagístico, além de sua contribuição para a qualidade de vida da população.

A edição nº 24 também contempla reflexões sobre cultura e identidade, como em “Imaginário e cultura do sertão piauiense”, além de estudos sobre religiosidade popular, educação brasileira, formação judiciária da Parnaíba, música no estado do Piauí e memória da área central de Teresina. A revista traz ainda entrevista, ensaios literários, críticas, resenhas e a tradicional seção “Só Poesia”, reafirmando sua vocação plural. Para ter acesso à revista completa CLIQUE AQUI!

Terça-feira de Carnaval foi marcada ao som do Bloco das Curicas e do Bloco Os Patrões da Beka em Teresina

Nesta terça-feira de Carnaval a programação espalhou música e animação por diferentes pontos da cidade, reunindo foliões no Centro e em comunidades como o Matadouro e a Vila Operária, fortalecendo o espírito de celebração coletiva.

No Centro da capital, a Avenida Antonino Freire foi palco do Bloco das Curicas, que atraiu um grande público a partir das 16h. A festa contava com apresentações da banda Alquimia, do grupo Samba no Coreto, do artista Math Gabe e do projeto de educação musical voltado para mulheres, a Bateria das Curicas, que levantou os foliões com muita energia e ritmo.

A presença do bloco contribuiu com a revitalização do Centro de Teresina, que voltou a ser ocupado pela alegria, pelas cores e pela animação dos brincantes.

Além do Centro, a programação carnavalesca também movimentou a comunidade do Matadouro e a Vila Operária, com o tradicional Bloco Os Patrão da Beka, onde moradores e visitantes puderam curtir a festa em clima de proximidade e celebração popular. Realizado desde 2017, o bloco já se consolidou como uma tradição na região, levando música, cultura e lazer para as ruas do bairro, promovendo a integração da comunidade e a valorização das manifestações culturais locais.

 

O Carnaval tradicional segue sendo um dos principais símbolos da cultura popular, preservando manifestações artísticas que atravessam gerações e mantêm vivas as raízes da identidade local. É um espaço de encontro, pertencimento e expressão coletiva.