Dia da Mulher: funcionárias da Fundação Monsenhor Chaves ganham homenagem

Para celebrar o histórico de lutas e avanços das conquistas femininas, comemorado em 8 de março, Dia Internacional da Mulher, a Fundação Cultural Monsenhor Chaves realizou na manhã desta segunda-feira (8) uma homenagem a todas as mulheres que contribuem com o funcionamento da sede e das casas ligadas a instituição. Enquanto recebiam flores, as homenageadas puderam se encantar e se emocionar com o som produzido pelo violino do músico João Neto, membro da Orquestra Sinfônica de Teresina.

A segurança Janiária Porfirio, que presta serviço no Palácio da Música conta que ficou encantada com a surpresa recebida. “Amei receber a rosa porque me senti lembrada. Alguém separou um tempo pra preparar esse carinho mostra que pensa na gente. E uma flor é uma simbologia muito forte com nós mulheres, já que passa beleza, delicadeza e ao mesmo tempo força para florescer sozinha.”, comenta Janiária.

 

Janara Ribeiro, diretora do Teatro João Paulo II, ressaltou a sua admiração pelas mulheres que buscam romper as barreiras culturalmente impostas para obter a igualdade de gênero. “É nossa luta conjunta, em diferentes áreas, que vai possibilitar a conquista por direitos iguais e mais respeito nos ambientes, principalmente nos espaços de poder e decisão” enfatiza Janara, afirmando ainda que a homenagem prestada nesta manhã é também um grande reconhecimento ao trabalho das guerreiras que trabalham na FMC.

O presidente da Fundação Cultural Monsenhor Chaves, Scheyvan Lima destacou que a cada dia a mulher vem se destacando profissionalmente. “Somos frutos de uma sociedade machista que sempre teve um ditado machista: por trás de um grande homem, existe uma grande mulher. Na realidade, ela está na frente do homem, ao seu lado ou no lugar que ela quiser estar”, defendeu Scheyvan Lima.

 

 

 

Lei Aldir Blanc: Laisla Maranhão e banda promovem live show neste domingo (07)

Com a aplicação das medidas restritivas por conta da Pandemia da Covid-19, as lives passaram a fazer parte do dia-a-dia dos teresinenses e vários artistas aderiram a esse formato de está próximo ao público sem o colocar em perigo. Neste domingo (07), é a vez do público acompanhar a live de Laisla Maranhão e banda, que ocorrerá às 20 horas no canal da cantora no YouTube.

Laisla Maranhão tem 29 anos e desde a infância, inspirada no pai, já mostrava o seu interesse pela arte de cantar e tocar instrumentos. “Fico feliz por ter sido contemplada no Edital da Lei Aldir Blanc, os recursos recebidos deram um alívio muito bom para mim e meus parceiros de banda neste momento em que praticamente estamos com nossas apresentações reduzidas”, conta Laisla Maranhão, enfatizando ainda que a live tem como objetivo levar música (com mistura de ritmos), alegria, alto astral e saúde emocional para os seguidores e público em geral no conforto e proteção de suas casas.

O projeto é resultado da aprovação no edital para propostas culturais de articulação coletiva da Lei Federal Aldir Blanc de fomento à cultura, desenvolvido pelo Governo Federal e executado pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Cultural Monsenhor Chaves. Para assistir a live de Laisla Maranhão você deve seguir a página youtube.com/laislamaranhao.

Jovens do Grande Dirceu ingressam no ramo musical por meio de projeto popular

Dezenas de jovens do Grande Dirceu, região localizada na zona Sudeste de Teresina, já realizaram o sonho de ingressar no ramo musical. Eles encararam essa nova jornada através da Banda Infanto Juvenil Maestro Duda, que funciona no Escolão do Parque Itararé. No último ano cerca de 80 jovens passaram pelo projeto, destes, 40 ainda estão atuando de forma ativa com aulas semanais realizadas de forma remota por conta da pandemia da Covid-19.

Através da banda os participantes têm acesso às aulas de guitarra, trombone, clarinete, saxofone, tuba, bateria, trompete, tudo de forma gratuita, dando oportunidade a jovens da região que em sua maior parte não têm acesso a cursos particulares. Com idade mínima de dez anos para ingressar na banda, muitos já estão atuando no mercado musical de forma profissional, como é o caso do Tiago de Oliveira, de 23 anos, que, em 2010, entrou no projeto e agora, além de ser microempresário, toca em bandas de forró da capital. “Entrei no projeto por curiosidade e não sabia manusear nenhum instrumento, com o tempo me apaixonei pelo trompete e hoje sou um profissional”, conta Tiago Oliveira, enfatizando ainda que além do aprendizado, ele teve forças para deixar as más influências.

Tiago de Oliveira, de 23 anos, entrou no projeto e agora, além de ser microempresário, toca em bandas de forró da capital.

Enquanto uns já atuam de forma profissional, outros trilham o mesmo caminho. Íkaro Eduardo, de 14 anos, entrou no projeto recentemente com o intuito de realizar o sonho de infância de tocar algum instrumento. “Estou muito feliz com minha desenvoltura na banda e agora o meu sonho é outro, quero entrar no mercado musical”, afirma íkaro Eduardo.

Outro que já foi aluno e que agora atua de forma profissional é o Maestro Gustavo Cipriano, que por sinal é o professor responsável por profissionalizar esses jovens. Ele conta que se sente realizado, pois foi aluno do escolão, da banda e agora pode ensinar à garotada tudo aquilo que aprendeu ao longo dos anos. “Entrei na banda em 1996 e em 2008 me tornei maestro. Hoje tento mudar vidas, pois como todos sabem, a luta para tirar um jovem do mundo da criminalidade é muito grande e sinto que estando aqui estou fazendo minha parte para um mundo bem melhor”, comenta o Maestro Gustavo Cipriano, enfatizando ainda que nunca pensou que um dia seria maestro.

A Banda Infanto Juvenil Maestro Duda faz parte do Projeto Banda Escola, que é mantido pela Prefeitura de Teresina, através da Fundação Cultural Monsenhor Chaves. Para mais informações sobre o projeto ou disponibilidade de vagas, basta acessar o site www.fcmc.teresina.pi.gov.br ou seguir as redes sociais da Fundação Cultural Monsenhor Chaves ou do projeto.

Instrumento musical popular na Europa atrai jovens de Teresina

Você já conhece ou já ouviu falar no clarinete? Ele é um instrumento que apesar de antigo ainda é bem desconhecido do grande público teresinense, porém é bastante popular na Europa desde a Idade Média. Em 1690, Johann Christoph Denner, clarinetista alemão, acrescentou à sua charamela uma chave para o polegar da mão esquerda, para que assim pudesse tocar numa abertura, o que lhe trouxe mais possibilidades sonoras. Surgiu, assim, o clarinete contemporâneo. Introduzido nas orquestras em 1750, foi um dos últimos instrumentos de sopro incorporados à formação orquestral moderna.

Bastante difícil de tocar em todo o seu potencial, o instrumento exige do músico dedicação e estudo para a boa execução das músicas. Somente neste primeiro trimestre de 2021, cerca de 100 teresinenses estão matriculados nos cursos online oferecidos pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Cultural Monsenhor Chaves.

Um dos alunos do projeto é o jovem Carlos Henrique Olegário, que sonha ser músico profissional. “Quando o professor me deu o instrumento para aprender eu comecei a gostar bastante dele. É difícil mas é muito bom de tocar e eu quero virar músico profissional”, conta o estudante da Escola Municipal Olímpio de Castro.

João Henrique, de apenas 14 anos, nunca tinha ouvido falar nesse instrumento, mas por intermédio de sua mãe, que tinha o desejo de ver ele matriculado em um dos cursos da Banda Escola, resolveu se matricular para aprender a tocar o clarinete. “Quando o projeto chegou no meu bairro, segui a orientação de minha mãe, pois seria para mim uma nova experiência”, conta João Henrique, enfatizando que está apaixonado pelo instrumento.

Melque Gabriel é clarinetista da Orquestra Sinfônica de Teresina e professor do Projeto Banda Escola, na Escola Municipal Olímpio de Castro, na zona Leste da cidade. Com nove alunos aprendendo clarinete, ele enfrenta os desafios do ensino a distância, necessário por conta das medidas de distanciamento social provocadas pela Pandemia da Covid-19.

“Este é um momento desafiador, por ser um instrumento de sopro, não podemos estar juntos dos alunos. Eu acho fantástico ensinar essas crianças um instrumento. A música eleva o ser, transmite felicidade e é uma poderosa ferramenta de inclusão social”, enfatiza o professor Melque Gabriel.

Jovens de Teresina estão buscando o curso – Foto: Arquivo – FMC

Projeto Banda Escola

O Projeto Banda Escola vem formando novos músicos em Teresina há 33 anos. Atendendo crianças e jovens dos bairros e povoados de Teresina cumpre um papel social muito importante, colocando novos instrumentistas no mercado musical e tirando crianças de situações de risco e as mantendo ligadas às escolas. Para mais informações sobre os cursos oferecidos ou novas oportunidades, basta acessar o site www.fcmc.teresina.pi.gov.br ou seguir as redes sociais da Fundação Cultural Monsenhor Chave.

Semplan e Fundação Monsenhor Chaves alinham ações de cultura Teresina

A Secretaria de Planejamento e Coordenação (Semplan) esteve em reunião com o Presidente da Fundação Monsenhor Chaves, Scheyvan Lima, nesta segunda-feira (01). Na oportunidade, foram discutidas a disponibilidade da equipe de Planejamento em auxiliar a pasta na aquisição de recursos para o desenvolvimento da cultura na capital, além do Plano Municipal de Cultura que é desenvolvido junto ao Programa Lagoas do Norte.

 

“Nosso objetivo, enquanto planejamento, é captar recursos, dialogar com as instituições financiadoras e acompanhar a execução de projetos para a cidade. Nesse caso, estamos junto à Fundação de Cultura para impulsionarmos ações nessa área, seja com reativação de projetos ou implantação de tecnologias. Alinhados com os ideais do nosso prefeito Dr. Pessoa, queremos que as manifestações que enaltecem a cultura local façam parte da rotina do teresinense e deixem de ser pontuais”, explica João Henrique Sousa, Secretário de Planejamento.

Para Scheyvan Lima, presidente da Fundação Monsenhor Chaves, o diálogo traz um alinhamento de trabalho e fortalece a equipe na gestão para impulsionar a cultura local. “É gratificante trabalharmos com uma equipe tão competente e alinhada com a visão da gestão atual. Discutimos aqui a reestruturação de projetos e também tratamos do Plano Municipal de Cultura, que é um documento de planejamento com o objetivo de orientar a execução de políticas públicas culturais na cidade. Vamos avançar e fomentar a cultura na nossa cidade, com certeza”, concluiu o gestor.

Museu Municipal de Arte Sacra Dom Paulo Libório prepara nova expografia

Mesmo fechado devido à pandemia da COVID-19, o museu Dom Libório continua com suas atividades internas em funcionamento. Além da limpeza, conservação e preservação do seu rico acervo cultural, a instituição está preparando uma nova expografia que será aberta ao público após a liberação por parte dos órgãos competentes.

A diretora, Maria Fernanda Fernandes, ressalta a importância do museu para a cidade de Teresina e ainda as mudanças que ocorrem com a nova gestão.

“Além da preocupação com a preservação do acervo, precisamos transformar o museu em um espaço dinâmico, um ponto de referência tanto para pesquisadores quanto para o público em geral”, pontua a diretora.

A nova expografia contará com um circuito expositivo organizado em seis salas temáticas, melhorando a distribuição do acervo e expondo objetos da reserva técnica, ainda não conhecidos e expostos ao público.

Além das ações físicas, o museu busca também se aproximar do seu público através das redes sociais, principalmente nesse momento delicado da pandemia onde as visitas presenciais ainda não são possíveis.

“Uma das nossas prioridades é aproximar o público da instituição através de ações nas redes sociais, fazer uma maior divulgação do nosso trabalho e levar o museu até as pessoas, enquanto elas não podem vir até nós”, conta a diretora Fernanda Fernandes.

Mantido pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves, o Museu de Arte Sacra Dom Paulo Libório fica localizado na Rua Olavo Bilac, 1481, no cruzamento com a Rua 24 de Janeiro, no Centro de Teresina.

FMC busca solução para pagamento de 22 projetos da Lei Aldir Blanc

Uma reunião entre a antiga e atual gestão da Fundação Cultural Monsenhor Chaves aconteceu na manhã desta quinta-feira (11) para tratar sobre o pagamento de 22 dos 188 projetos aprovados no Edital da Lei Aldir Blanc executado no ano passado. Todos estes projetos deveriam ter sido pagos até o último dia 31 de dezembro, porém apenas 166 foram pagos dentro do prazo exigido no edital.

Nesta semana, o presidente da Fundação Monsenhor Chaves, Scheyvan Lima, se reuniu de forma virtual com parte dos proponentes que não receberam os recursos dentro do prazo estipulado pelo edital.

“Apesar do recursos estarem disponíveis para pagamentos, os mesmos só poderiam ser liberados após a constatação de fichas de avaliação e atas da comissão criada para avaliar os projetos”, afirma Scheyvan Lima, enfatizando que até a data de hoje estes documentos não estavam disponíveis para a atual gestão.

Durante o encontro, ex-gestores, membros da comissão de avaliação da Lei Aldir Blanc e membros da atual gestão se reuniram no auditório do Palácio da Música para resolver as pendências e acelerar os pagamentos a fim de não prejudicar os proponentes. Na reunião foi cobrado a entrega das fichas avaliadoras e atas das reuniões devidamente assinadas pelos membros da comissão, documentos estes que são necessários para justificar o pagamento dos projetos.

A Fundação Cultural Monsenhor Chaves esclarece ainda que estes documentos são referentes ao processo burocrático do edital e que nada tem haver com os documentos apresentados pelos proponentes e que tão logo toda documentação esteja disponível de maneira legal, a fundação realizará a transferência dos recursos. Para mais informações, o interessado deverá acessar o site fcmc.teresina.pi.gov.br

Acervo da Biblioteca Municipal Fontes Ibiapina passa por limpeza e organização

Para manter conservado o acervo com cerca de oito mil livros, a Biblioteca Municipal Fontes Ibiapina, localizada no bairro Matadouro, na zona Norte de Teresina, está realizando a limpeza e organização dos livros. Por conta da pandemia da COVID-19, a biblioteca foi fechada ao público funcionando apenas a parte administrativa.

Recentemente, o espaço ganhou cabines de estudo individual, onde o usuário terá mais privacidade durante o estudo. Outra novidade foi a implantação de um totem com álcool gel e ainda a aquisição de termômetro digital para medir a temperatura dos visitantes, após a reabertura.

De acordo com Antônia dos Santos, coordenadora da biblioteca, foram tomadas todas as medidas de segurança para o retorno das atividades tão logo a mesma seja liberada pelos órgãos de saúde. “Com a mudança dos costumes e dos afazeres no dia a dia por causa da pandemia do novo coronavírus, tivemos que fechar a biblioteca. Estamos buscando soluções para reabrir o espaço e tão logo ocorra a permissão por parte dos órgãos de saúde realizaremos a abertura”, conta Antonia dos Santos.

A Biblioteca Municipal Fontes Ibiapina é um espaço de estudo mantido pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Monsenhor Chaves. Para acompanhar mais ações da biblioteca, basta acessar o site fcmc.teresina.pi.gov.br ou seguir as redes sociais da instituição.

Balé da Cidade de Teresina participa de capacitação com artista carioca

Um dos eixos de ação do Balé da Cidade de Teresina é a busca pelo contínuo aperfeiçoamento profissional da dança. Entre ensaios, pesquisas, estudos e trocas, a companhia procura sempre aumentar seu repertório de referências. Desde a última segunda-feira (08), os bailarinos da Companhia participam da oficina “Práticas de Ajuntamento”, proposta pelo projeto Maria Bonita  e conduzida pela artista da dança, gestora e produtora cultural Mariana Pimentel (RJ).

Na oficina, a artista propõe, a partir da pergunta “Como viver em bando?”, possibilitar que os participantes percebam seus padrões de comportamento em coletivo e ativem práticas de reciprocidade, investigando de que modo estes aspectos incidem no ato de criar. A oficina possibilitará também que cada pessoa possa dedicar tempo e atenção a como seus processos de comunicação e decisão se formulam e se efetivam, em um constante exercício de tensionamento entre o individual e o coletivo.

Para Chica Silva, diretora do Balé da Cidade, essas trocas são importantes para o enriquecimento do repertório dos bailarinos. “Procuramos sempre evoluir em nossas práticas. Essa oficina é mais uma oportunidade de buscar novas referências e estudos para podermos aplicar em nossas produções”, comenta Chica Silva, afirmando ainda que a oficina segue até o próximo dia 13/02 e que a mesma faz parte do projeto de ações formativas Maria Bonita de realização da Associação de Promoção Multicultural – PROMULTI.

Sobre a Companhia

O Balé da Cidade de Teresina é uma companhia pública de Dança Contemporânea, atua no cenário artístico local e nacional, contribuindo com o desenvolvimento e aprofundamento da dança piauiense. Vem aproximando a dança da cidade através da sua atuação compromissada em diferentes ações, como temporadas de apresentações gratuitas, conversas e formação continuada.

O Balé da Cidade de Teresina conta com 18 bailarinos e é mantido pela Prefeitura Municipal de Teresina, através da Associação dos Amigos do Balé da Cidade de Teresina. Tem direção geral de Chica Silva, coordenação artística de Janaína Lobo e ensaios de Carla Fonseca.

Antes de tudo e depois do feito: coletivo lança curso gratuito de artes visuais em Teresina

Nos últimos anos, tem sido crescente a procura por profissionalização na área cultural no estado do Piauí. Esse interesse tem partido pela intensa produção artística em nossa capital que tem incentivado a população a mergulhar  nesse mundo. Pensando nisso, o Coletivo Latinas lança o curso introdutório de práticas em Artes Visuais em Teresina. As inscrições já estão abertas e vão até o dia 10 de fevereiro.

Com o intuito de auxiliar artistas e agentes culturais a pensar na criação de portfólio e também conhecer as demandas da produção de uma exposição, a iniciativa é uma ação educativa de formação, funcionando como estímulo para refletir sobre a prática no eixo das artes visuais.

“Todos os profissionais envolvidos na iniciativa são artistas visuais e agentes da cultura. Estamos sempre atentos às demandas da cidade e em aprender cada vez mais dentro do nosso segmento. Todavia, percebemos que aqui no estado, no caso mais específico em Teresina, havia pouco direcionamento em ações educativas e de formação para quem é artista visual.”, afirma Alana Santos, uma das organizadoras da oficina.

Mesmo de maneira introdutória, o curso “Antes de tudo e depois do feito” abordará temas de pré-produção, produção e pós-produção, tais como: construção de portfólio, acessibilidade, planejamento, cronograma, expografia e programa educativo. A oficina terá carga horária de 30 horas e, ao todo, serão 20 vagas ofertadas. As aulas iniciam ainda este mês, no dia 22, e serão na modalidade online.

“Queremos começar uma formalização desse nicho das artes visuais para que, cada vez mais, possamos ter eventos bem articulados, exposições acessíveis, propostas nas artes visuais passando em editais tanto aqui como fora”, finaliza Alana.

A iniciativa é um dos projetos contemplados pela Prefeitura de Teresina por meio da Fundação Monsenhor Chaves (FMC) através da Lei de Auxílio Emergencial Aldir Blanc, que atua como um incentivo para o setor artístico que enfrenta o forte impacto da pandemia da covid-19.

Para participar do curso, acesse as redes sociais do Coletivo Latinas (@coletivolatinas) e preencha o formulário. Lá, você também encontra o regulamento e a programação.