Fundação Monsenhor Chaves apresenta novos coordenadores e fortalece compromisso com o cenário cultural

Na manhã desta quinta-feira (04), a Fundação Cultural Monsenhor Chaves apresentou seus novos coordenadores de casas e projetos, em evento realizado no Palácio da Música. Casas históricas como o Museu Dom Paulo Libório e a Casa da Cultura ganharam novos diretores que fortalecerão o compromisso com o cenário cultural da cidade e com os artistas.

A gerente de promoção cultural, Silmara Castro, reafirma o compromisso da gestão com a cultura da cidade. “Estamos vivendo um momento sublime assumindo a FMC. Esses coordenadores têm a nossa cara e estamos felizes pois, apesar do momento de pandemia, estamos com muitos projetos para nossa cidade e esses novos gestores chegam para contribuir com a cultura de Teresina”, conta.

Kelly Lustosa é bailarina há mais de 20 anos e assume a coordenação de dança, onde pretende resgatar projetos hoje esquecidos e levar a dança para a população da cidade. “Esse momento é a realização de um sonho e o reconhecimento de mais de 20 anos de serviços prestados à Fundação Monsenhor Chaves. Eu já fui do Balé da Cidade, dei aula nas casas e hoje assumo a coordenação para resgatar projetos que se perderam ao longo dos anos e que fizeram diferença na vida de muitos jovens na cidade”, afirma a coordenadora.

Palácio da Música abre inscrições para cursos gratuitos

O Palácio da Música, localizado no Centro de Teresina, inicia nesta quinta-feira (04), as inscrições para os cursos de sanfona e violão juvenil. Por conta do distanciamento social provocado pela COVID-19, as inscrições e aulas acontecerão de forma remota, não havendo a necessidade do interessado ir até a sede do palácio.

As aulas do curso de violão juvenil ocorrerão nas segundas-feiras às 16h30 e nas quintas-feiras às 8h, sendo que os interessados em ocupar uma das vagas deve ter de 10 a 17 anos. Já o curso de sanfona ocorrerá nas terças-feiras, às 14h, e nas quintas-feiras, às 8h e interessados deverão ter idade a partir de 12 anos.

Para ambos os cursos, os participantes deverão ter o próprio instrumento e celular ou computador (com webcam) com acesso à internet. As inscrições e aulas serão gratuitas dando oportunidade de aprendizado para todos, para participar basta enviar uma mensagem via WhatsApp para o número 99428-3023.

Segundo Scheyvan Lima, presidente da Fundação Cultural Monsenhor Chaves, desde o início da pandemia da COVID-19 as aulas presenciais foram canceladas e que, por isso, o órgão que gere a cultura no município teve que se adaptar a atual realidade a fim de continuar contribuindo com os munícipes. “Entendemos que sem a imunização completa de todos os munícipes não é viável a realização de atividades presenciais, por isso estamos reiniciando todas as nossas ofertas de forma on-line”, afirma Scheyvan Lima.

O Palácio da Música abriga diversos projetos culturais, o espaço é mantido pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Cultural Monsenhor Chaves. Para se atualizar sobre as atividades e ofertas de cursos oferecidos pelo Palácio da Música, basta acessar o site fcmc.teresina.pi.gov.br ou seguir as redes sociais das instituições mencionadas.

Antes de tudo e depois do feito: coletivo lança curso gratuito de artes visuais em Teresina

Nos últimos anos, tem sido crescente a procura por profissionalização na área cultural no estado do Piauí. Esse interesse tem partido pela intensa produção artística em nossa capital que tem incentivado a população a mergulhar  nesse mundo. Pensando nisso, o Coletivo Latinas lança o curso introdutório de práticas em Artes Visuais em Teresina. As inscrições já estão abertas e vão até o dia 10 de fevereiro.

Com o intuito de auxiliar artistas e agentes culturais a pensar na criação de portfólio e também conhecer as demandas da produção de uma exposição, a iniciativa é uma ação educativa de formação, funcionando como estímulo para refletir sobre a prática no eixo das artes visuais.

“Todos os profissionais envolvidos na iniciativa são artistas visuais e agentes da cultura. Estamos sempre atentos às demandas da cidade e em aprender cada vez mais dentro do nosso segmento. Todavia, percebemos que aqui no estado, no caso mais específico em Teresina, havia pouco direcionamento em ações educativas e de formação para quem é artista visual.”, afirma Alana Santos, uma das organizadoras da oficina.

Mesmo de maneira introdutória, o curso “Antes de tudo e depois do feito” abordará temas de pré-produção, produção e pós-produção, tais como: construção de portfólio, acessibilidade, planejamento, cronograma, expografia e programa educativo. A oficina terá carga horária de 30 horas e, ao todo, serão 20 vagas ofertadas. As aulas iniciam ainda este mês, no dia 22, e serão na modalidade online.

“Queremos começar uma formalização desse nicho das artes visuais para que, cada vez mais, possamos ter eventos bem articulados, exposições acessíveis, propostas nas artes visuais passando em editais tanto aqui como fora”, finaliza Alana.

A iniciativa é um dos projetos contemplados pela Prefeitura de Teresina por meio da Fundação Monsenhor Chaves (FMC) através da Lei de Auxílio Emergencial Aldir Blanc, que atua como um incentivo para o setor artístico que enfrenta o forte impacto da pandemia da covid-19.

Para participar do curso, acesse as redes sociais do Coletivo Latinas (@coletivolatinas) e preencha o formulário. Lá, você também encontra o regulamento e a programação.

Orquestra Sinfônica de Teresina faz ensaio com distanciamento social

O funcionamento de uma orquestra vai muito além da apresentação em cima dos palcos. Os ensaios são fundamentais para o sucesso dos concertos.

A pandemia do coronavírus modificou bastante a vida da Orquestra Sinfônica de Teresina (OST) e ao longo dos meses de isolamento social, os músicos da OST não pararam de trabalhar, dedicando esforços no desenvolvimento de ações em ambiente digital para garantir a excelência.

Em dezembro, com muito cuidado e após muitas discussões com especialistas e a vigilância sanitária com a diretoria, a Orquestra voltou a realizar ensaios abertos no Parque da Cidadania, seguindo rígidos protocolos de segurança e saúde. “Uma Orquestra é uma aglomeração por excelência, então foi preciso muita conversa e planejamento para voltarmos aos ensaios sem colocar as pessoas em risco, nem músicos e nem público”, conta o maestro Aurélio Melo.

Ainda em novembro de 2020, após meses de planejamento, a Orquestra voltou aos ensaios presenciais no Palácio da Música. As restrições, devido à pandemia de Covid-19, resultaram em uma série de mudanças no dia a dia da Orquestra, com disposição de álcool em gel em todas as dependências, higienização das salas entre cada ensaio e restrição de pessoas. As atividades com instrumentos que utilizam cordas têm acontecido de forma mais intensa e frequente.

Os naipes de sopro ensaiam em dias e horários diferentes para manter a segurança de todos os músicos. Pensando nisso, a diretoria da OST criou um cronograma para ajustar os ensaios. “Precisamos separar os músicos de sopro pois é mais delicado, assim, eles ensaiam em locais diferentes e com protocolos mais rígidos”, conta o maestro Hilson Costa.

Mesmo com todas as restrições, os músicos estão felizes com a volta dos ensaios. Daniel Vinicius é chefe do naipe das madeiras e toca flauta transversal. “Depois de quase um ano e toda a fatalidade que nos aconteceu, voltar aos ensaios é ter a certeza que estamos seguindo em frente. Nossos maestros, mesmo sendo grupo de risco, estão nos dando força para seguirmos”, conta o músico.

A Orquestra é mantida pela Associação dos Amigos da Orquestra Sinfônica de Teresina com a ajuda da Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Monsenhor Chaves.

Lei Aldir Blanc: artistas desenvolvem projetos culturais em Teresina

A pandemia de Covid-19 tem afetado muitos setores em Teresina, um deles foi o da cultura, um dos primeiros atingidos com as medidas de distanciamento social. Na capital piauiense, 188 projetos culturais foram contemplados com o Edital da Lei Aldir Blanc, dentre eles, os que envolvem a gravação de DVDs promocionais, realização de lives, confecção de livros, apresentações folclóricas, dentre outros.

A cantora Beth Moreno foi uma das beneficiadas com o edital. Ela, que tem quase 30 anos de carreira, conta que a classe passou por momentos difíceis durante a pandemia, porém, com o auxílio recebido, ela pôde gerar renda para sua equipe gravando um DVD que também servirá como fonte de renda extra.

“Hoje, graças ao Edital da Lei Aldir Blanc, me sinto uma artista realizada, pois realizei meu sonho de gravar um DVD totalmente profissional com alto nível musical”, afirma a cantora, enfatizando ainda que seu novo material de trabalho vem com músicas autorais compostas por seu pai, o Maestro Luiz Santos e seu irmão José dos Santos.

Enquanto uns gravam DVDs, a Banda Os Cabas do Forró resolveu aplicar os recursos na realização de uma live que foi transmitida pelo YouTube no começo desta semana. Segundo o cantor Vicente Visgueira, de 61 anos, que é o responsável pela banda, os recursos recebidos ajudaram os músicos e ainda serviram para promover o trabalho dos artistas.

“Fiquei muito feliz por ter o meu projeto aprovado, pois como vivemos apenas da música, tem sido muito ruim enfrentar toda essa situação”, conta o músico reafirmando que os recursos da Lei Aldir Blanc chegaram na hora certa.

De acordo com Scheyvan Lima, presidente da Fundação Monsenhor Chaves, que é o órgão da administração pública municipal responsável pela política cultural, em Teresina foram investidos cerca de seis milhões de reais em projetos apresentados por artistas locais.

“Sabemos das dificuldades enfrentadas pela classe artística em nossa cidade, por isso os técnicos da FMC trabalharam para atender um grande número de profissionais e projetos”, conta o presidente, afirmando ainda que, por medida de segurança, está sendo estudando o adiamento de projetos que possam gerar aglomerações de pessoas.

A Lei Aldir Blanc (Lei nº 14.017, de 29 de junho de 2020), criada pelo Governo Federal, define ações emergenciais destinadas ao setor cultural durante o estado de calamidade, em função da Covid-19. Na capital piauiense, o edital foi executado pela Prefeitura Municipal de Teresina, por meio da Fundação Monsenhor Chaves.

Fred Taimo é contemplado na Lei Aldir Blanc e faz live neste sábado (30)

Para quem estava com saudade de prestigiar uma roda de samba, o cantor Fred Taimo fará uma live, neste sábado (30), a partir das 14h em seu canal no YouTube.

O artista foi um dos contemplados pela Prefeitura de Teresina, através da Fundação Monsenhor Chaves (FMC), na Lei de Auxílio Emergencial Aldir Blanc, que busca valorizar a nossa cultura e prestar apoio neste momento de pandemia.

O formato de live foi escolhido para garantir a segurança do artista e do público, uma vez que a pandemia segue atingindo vários teresinenses e os shows com público não podem ser realizados. “O setor artístico foi um dos mais afetados pela pandemia e esse benefício da lei veio para ajudar nós, artistas, que não podíamos traballhar”, conta Fred.

Fred Taimo é natural de São Paulo, mas mora em Teresina desde 2002. Começou a tocar aos 13 anos de forma intuitiva participando de rodas de samba e pagode ainda em sua cidade natal. Quando chegou a Teresina não demorou a participar das rodas de samba promovidas pelos grupos locais, como instrumentista e cantor. Atualmente, faz um trabalho voltado aos clássicos do samba, choro e bossa nova.

Para acompanhar a transmissão, acesse: www.youtube.com/fredtaimo.

Livro que conta a memória da comunicação piauiense será lançado nesta quarta (27)

Será lançado nesta quarta-feira, 27 de janeiro, às 14h30, no Canal do YouTube do Projeto Memória da Comunicação Piauiense, o livro Tempo & Memória: interfaces entres os campos da comunicação e da história, organizado pelas professoras Doutoras Ana Regina Rêgo (UFPI), Teresinha Queiroz (UFPI) e pelo Professor Doutor Antônio Hohlfeldt (PUCRS).

A publicação é resultado da parceria existente entre o Programa de Pós-Graduação em Comunicação (PPGCOM) e o Programa de Pós-Graduação em História do Brasil (PPGHB) ambos da Universidade Federal do Piauí (UFPI) e o Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e seus respectivos núcleos e grupos de pesquisa.

Com a intenção de reunir pesquisadores com contribuições relevantes para a historiografia e a historicidade do campo da comunicação e historiadores, a obra apresenta perspectivas e contextos históricos e comunicacionais complexos e singulares e abrange textos teóricos, textos teóricos-empíricos e análises pontuais. Sua riqueza consiste nas possibilidades de conjunção, como também de liberdade e flexibilidade para que o leitor estabeleça o próprio percurso de leitura e encontro com as narrativas.

O conjunto de 20 textos que compõem esta obra é reflexo da interlocução constante entre pesquisadores brasileiros e de outros países, em especial, Portugal, Espanha e França. Assim, os capítulos são assinados pelos pesquisadores: Roger Chartier, Francisca Rui Cádima, Ana Regina Rêgo, Marialva Barbosa, Alberto Pena, José Carlos Rueda Laffond, José Reig-Cruañes, Cristina Pelares-García, Rita Luís, David Caminada-Diaz, Allan Santos, Igor Sacramento, Jarbas Gomes Machado Avelino, Edwar de Alencar Castelo Branco, Ronyere Ferreira, Maria do Socorro  Rios Magalhães, Teresinha Queiroz, Claúdia Cristina da Silva Fontinele, Marília Mesquita Queiroz, João Benvindo de Moura, Bruno Souza Leal, Carlos Alberto de Carvalho, Phellipy Jácome, Laura Lene Lima Brandão, Elizangela Cardoso Barbosa, Nathércia Vasconcelos Santos, Nilsângela Cardoso, Pedro Vilarinho Castelo Branco, Ranielle Leal Moura, Antônio Hohlfeldt, Talyta Majorie Lira Sousa Nepomuceno, Vinicius Ferreira e Ana Paula Goulart Ribeiro.

O livro, produzido pela EdiPUCRS, contou com o apoio da Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC), através da Lei A. Tito Filho e sua versão digital pode ser adquirida nos seguintes sites: site da EdiPUCRS, Amazon, Google Books, Apple Books, Saraiva, Cultura e Kobo.  A obra também estará disponível na versão impressa nas lojas: Amazon, Estante Virtual, Submarino, Mercado Livre e Shop Time, além da própria editora.

A Lei A. Tito Filho (Lei nº 2.194) foi criada em 1993 e já possibilitou o financiamento de cerca de 180 projetos em várias áreas, o que tem contribuído para incrementar o cenário cultural da cidade. O incentivo fiscal às empresas dá-se com o ressarcimento total, pela Prefeitura de Teresina, através de desconto de ISS e IPTU (ou seja, 100% do valor investido no limite de 20% do imposto devido). O artista entrega seu projeto à Secretaria da Lei que o repassa ao Conselho Municipal de Cultura, para apreciação e posterior aprovação nas diversas áreas.

A Lei recebeu esse nome em homenagem ao Professor Arimatéa Tito Filho, escritor, que foi membro da Academia Piauiense de Letras e grande incentivador da produção e valorização da cultura teresinense.

Lançamento do livro Tempo & Memória

Data: Dia 27 de janeiro de 2021

Horário: às 14h30h

Transmissão ao vivo no canal do Projeto Memória do Jornalismo Piauiense no YouTube. Link: https://www.youtube.com/channel/UCn-D5cHsMVFG_rkHH4CHAWw/featured

Projeto Banda Escola transforma a vida de crianças e adolescentes em Teresina

Projeto Banda Escola é um programa de formação musical através de bandas de músicas com crianças e jovens dos bairros e povoados de Teresina, que chega em 2021, comemorando 33 anos de permanente atividade e de formação de músicos na cidade.  Ele cumpre um importante papel social e educativo ao colocar no mercado novos instrumentistas com sólida formação musical, prática e teórica; desempenhando um papel fundamental para a preservação e continuidade da produção cultural das bandas de músicas em várias cidades do estado, além de tirar as crianças de situações de risco e mantê-las ligadas à educação por meio das artes.

Kaylane Adryelly é uma das alunas do projeto e quando soube que um amigo estava participando da seleção, se interessou e quis participar também. “Na época, eu fui mais pra ocupar meu tempo, porém acabei me interessando mais. Comecei no clarinete, mas não deu muito certo, aí passei pra tuba e me adaptei”, conta Kaylane Adryelly.

Quem também iniciou as atividades nesse projeto foi Gustavo Cipriano, que atualmente é regente de uma banda no Escolão do Parque Itararé, mas a história dele com o projeto iniciou em 1996 na mesma escola, onde aos 12 anos começou a tocar clarinete. “O Projeto é muito importante na minha vida, foi onde eu me tornei músico, professor e tudo o que hoje eu sou como profissional eu devo ao projeto”, diz Gustavo Cipriano.

De acordo com Scheyvan Lima, presidente da Fundação Monsenhor Chaves, além das aulas, os alunos do projeto têm a oportunidade de fazer apresentações por toda cidade. “Nós trabalhamos o lado humano, mas também o profissional dos alunos e eles se tornam músicos, vão tocar em grandes bandas, vão cursar música nas universidades”, afirma Scheyvan Lima, comentando ainda que a fundação vem formando esses jovens para a vida.

O projeto Banda Escola é executado pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves, no âmbito das unidades escolares do município. A divulgação do calendário de matrículas é divulgado no site fcmc.teresina.pi.gov.br  e nas redes sociais da fundação.

Teatro do Boi abre inscrições para curso online de Violão Popular

O Teatro do Boi, através das suas oficinas culturais, está com inscrições abertas para o curso online de Violão Popular. O curso terá duração de três meses e as aulas serão ministradas dois dias na semana para alunos a partir de 10 anos de idade e que possuem computador ou celular com acesso à internet.

De acordo com Josué Nunes, diretor do Teatro do Boi, estão disponíveis pouquíssimas vagas. Segundo a direção “A procura pelas oficinas são muito grande e, por conta da pandemia, as oficinas e espetáculos foram cancelados e estamos buscando outras alternativas para aproximar a comunidade ao teatro.”

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no período de 26 de Janeiro ao dia 03 de Fevereiro. Os interessados poderão entrar em contato através do número (86) 3215 7829 ou (86) 3015 2327 no turno da manhã das 08:00 às 12:00.

Mantida pela Prefeitura de Teresina através da Fundação Monsenhor Chaves, a casa oferece, há 33 anos, diversas oficinas gratuitas como: teatro, danças, artes plásticas, música, capoeira, exposições e os mais variados eventos possibilitando uma movimentação artística não somente na região, como em toda a cidade.

Os “Caba do Forró” fará live no YouTube e promete muita animação

Começando a semana com boa música e muita animação, a banda “Os Caba do Forró” realizará uma live nesta terça-feira (26) em suas redes sociais. O tradicional arrasta pé será comandado pelo sanfoneiro Vicente Visgueira e inicia às 19 h.

O grupo foi um dos contemplados pela Prefeitura de Teresina, através da Fundação Monsenhor Chaves (FMC), na Lei de Auxílio Emergencial Aldir Blanc, que busca valorizar a nossa cultura, levando o forró pé de serra para todos os teresinenses.

“A banda surgiu há mais de 20 anos e, devido a pandemia, tivemos que parar. Mas, graças a Deus, conseguimos ser um dos grupos contemplados pela lei”, afirma Vicente Visgueira.

Os “Caba do Forró” se destaca tocando um ritmo mais tradicional em seu repertório. A banda já fez bastante sucesso em outras cidades do nordeste com as canções de Luiz Gonzaga, e também com os forrós mais atuais. Para esta apresentação, o grupo promete não deixar ninguém parado.

“Estaremos esperando vocês com muito forró pé de serra e, com certeza, vocês vão gostar muito”, conclui.

A live acontece no canal do YouTube do sanfoneiro Vicente.