Livro que conta a memória da comunicação piauiense será lançado nesta quarta (27)

Será lançado nesta quarta-feira, 27 de janeiro, às 14h30, no Canal do YouTube do Projeto Memória da Comunicação Piauiense, o livro Tempo & Memória: interfaces entres os campos da comunicação e da história, organizado pelas professoras Doutoras Ana Regina Rêgo (UFPI), Teresinha Queiroz (UFPI) e pelo Professor Doutor Antônio Hohlfeldt (PUCRS).

A publicação é resultado da parceria existente entre o Programa de Pós-Graduação em Comunicação (PPGCOM) e o Programa de Pós-Graduação em História do Brasil (PPGHB) ambos da Universidade Federal do Piauí (UFPI) e o Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e seus respectivos núcleos e grupos de pesquisa.

Com a intenção de reunir pesquisadores com contribuições relevantes para a historiografia e a historicidade do campo da comunicação e historiadores, a obra apresenta perspectivas e contextos históricos e comunicacionais complexos e singulares e abrange textos teóricos, textos teóricos-empíricos e análises pontuais. Sua riqueza consiste nas possibilidades de conjunção, como também de liberdade e flexibilidade para que o leitor estabeleça o próprio percurso de leitura e encontro com as narrativas.

O conjunto de 20 textos que compõem esta obra é reflexo da interlocução constante entre pesquisadores brasileiros e de outros países, em especial, Portugal, Espanha e França. Assim, os capítulos são assinados pelos pesquisadores: Roger Chartier, Francisca Rui Cádima, Ana Regina Rêgo, Marialva Barbosa, Alberto Pena, José Carlos Rueda Laffond, José Reig-Cruañes, Cristina Pelares-García, Rita Luís, David Caminada-Diaz, Allan Santos, Igor Sacramento, Jarbas Gomes Machado Avelino, Edwar de Alencar Castelo Branco, Ronyere Ferreira, Maria do Socorro  Rios Magalhães, Teresinha Queiroz, Claúdia Cristina da Silva Fontinele, Marília Mesquita Queiroz, João Benvindo de Moura, Bruno Souza Leal, Carlos Alberto de Carvalho, Phellipy Jácome, Laura Lene Lima Brandão, Elizangela Cardoso Barbosa, Nathércia Vasconcelos Santos, Nilsângela Cardoso, Pedro Vilarinho Castelo Branco, Ranielle Leal Moura, Antônio Hohlfeldt, Talyta Majorie Lira Sousa Nepomuceno, Vinicius Ferreira e Ana Paula Goulart Ribeiro.

O livro, produzido pela EdiPUCRS, contou com o apoio da Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC), através da Lei A. Tito Filho e sua versão digital pode ser adquirida nos seguintes sites: site da EdiPUCRS, Amazon, Google Books, Apple Books, Saraiva, Cultura e Kobo.  A obra também estará disponível na versão impressa nas lojas: Amazon, Estante Virtual, Submarino, Mercado Livre e Shop Time, além da própria editora.

A Lei A. Tito Filho (Lei nº 2.194) foi criada em 1993 e já possibilitou o financiamento de cerca de 180 projetos em várias áreas, o que tem contribuído para incrementar o cenário cultural da cidade. O incentivo fiscal às empresas dá-se com o ressarcimento total, pela Prefeitura de Teresina, através de desconto de ISS e IPTU (ou seja, 100% do valor investido no limite de 20% do imposto devido). O artista entrega seu projeto à Secretaria da Lei que o repassa ao Conselho Municipal de Cultura, para apreciação e posterior aprovação nas diversas áreas.

A Lei recebeu esse nome em homenagem ao Professor Arimatéa Tito Filho, escritor, que foi membro da Academia Piauiense de Letras e grande incentivador da produção e valorização da cultura teresinense.

Lançamento do livro Tempo & Memória

Data: Dia 27 de janeiro de 2021

Horário: às 14h30h

Transmissão ao vivo no canal do Projeto Memória do Jornalismo Piauiense no YouTube. Link: https://www.youtube.com/channel/UCn-D5cHsMVFG_rkHH4CHAWw/featured

Projeto Banda Escola transforma a vida de crianças e adolescentes em Teresina

Projeto Banda Escola é um programa de formação musical através de bandas de músicas com crianças e jovens dos bairros e povoados de Teresina, que chega em 2021, comemorando 33 anos de permanente atividade e de formação de músicos na cidade.  Ele cumpre um importante papel social e educativo ao colocar no mercado novos instrumentistas com sólida formação musical, prática e teórica; desempenhando um papel fundamental para a preservação e continuidade da produção cultural das bandas de músicas em várias cidades do estado, além de tirar as crianças de situações de risco e mantê-las ligadas à educação por meio das artes.

Kaylane Adryelly é uma das alunas do projeto e quando soube que um amigo estava participando da seleção, se interessou e quis participar também. “Na época, eu fui mais pra ocupar meu tempo, porém acabei me interessando mais. Comecei no clarinete, mas não deu muito certo, aí passei pra tuba e me adaptei”, conta Kaylane Adryelly.

Quem também iniciou as atividades nesse projeto foi Gustavo Cipriano, que atualmente é regente de uma banda no Escolão do Parque Itararé, mas a história dele com o projeto iniciou em 1996 na mesma escola, onde aos 12 anos começou a tocar clarinete. “O Projeto é muito importante na minha vida, foi onde eu me tornei músico, professor e tudo o que hoje eu sou como profissional eu devo ao projeto”, diz Gustavo Cipriano.

De acordo com Scheyvan Lima, presidente da Fundação Monsenhor Chaves, além das aulas, os alunos do projeto têm a oportunidade de fazer apresentações por toda cidade. “Nós trabalhamos o lado humano, mas também o profissional dos alunos e eles se tornam músicos, vão tocar em grandes bandas, vão cursar música nas universidades”, afirma Scheyvan Lima, comentando ainda que a fundação vem formando esses jovens para a vida.

O projeto Banda Escola é executado pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves, no âmbito das unidades escolares do município. A divulgação do calendário de matrículas é divulgado no site fcmc.teresina.pi.gov.br  e nas redes sociais da fundação.

Teatro do Boi abre inscrições para curso online de Violão Popular

O Teatro do Boi, através das suas oficinas culturais, está com inscrições abertas para o curso online de Violão Popular. O curso terá duração de três meses e as aulas serão ministradas dois dias na semana para alunos a partir de 10 anos de idade e que possuem computador ou celular com acesso à internet.

De acordo com Josué Nunes, diretor do Teatro do Boi, estão disponíveis pouquíssimas vagas. Segundo a direção “A procura pelas oficinas são muito grande e, por conta da pandemia, as oficinas e espetáculos foram cancelados e estamos buscando outras alternativas para aproximar a comunidade ao teatro.”

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no período de 26 de Janeiro ao dia 03 de Fevereiro. Os interessados poderão entrar em contato através do número (86) 3215 7829 ou (86) 3015 2327 no turno da manhã das 08:00 às 12:00.

Mantida pela Prefeitura de Teresina através da Fundação Monsenhor Chaves, a casa oferece, há 33 anos, diversas oficinas gratuitas como: teatro, danças, artes plásticas, música, capoeira, exposições e os mais variados eventos possibilitando uma movimentação artística não somente na região, como em toda a cidade.

Teatro João Paulo II inicia inscrições para oficinas de Capoeira

Nesta terça-feira (26/01), iniciam as inscrições para as oficinas de Capoeira realizadas pelo Teatro João Paulo II, por meio da Fundação Monsenhor Chaves e Prefeitura de Teresina. As inscrições e as aulas são gratuitas e atenderão pessoas com idade a partir dos cinco anos e que residam preferencialmente na região do grande Dirceu, na zona Sudeste da Capital, podendo ser aberta a todas as regiões em casos de desistências.

De acordo com Janara Ribeiro, diretora do Teatro João Paulo II, as aulas já começam na próxima segunda-feira (01/02) e terão duração de quatro meses. “Todas as oficinas irão ser realizadas durante as primeiras horas da noite para que os pais possam acompanhar os filhos”, comenta.

As inscrições seguem até o preenchimento das 50 vagas e deverão ser feitas apenas pelo WhatsApp no número (86) 99539-0192. Não tendo a necessidade do interessado ou responsável se dirigir até o teatro.

A direção do teatro esclarece ainda que, por conta da pandemia da Covid-19, todas as aulas e oficinas previstas para acontecer neste primeiro semestre serão realizadas de forma remota, a fim de evitar aglomerações de pessoas em um pequeno espaço.

Para ficar por dentro das novidades do Teatro João Paulo II, basta acessar o site fcmc.teresina.pi.gov.br ou seguir as redes sociais do teatro ou da Fundação Monsenhor Chaves.

Os “Caba do Forró” fará live no YouTube e promete muita animação

Começando a semana com boa música e muita animação, a banda “Os Caba do Forró” realizará uma live nesta terça-feira (26) em suas redes sociais. O tradicional arrasta pé será comandado pelo sanfoneiro Vicente Visgueira e inicia às 19 h.

O grupo foi um dos contemplados pela Prefeitura de Teresina, através da Fundação Monsenhor Chaves (FMC), na Lei de Auxílio Emergencial Aldir Blanc, que busca valorizar a nossa cultura, levando o forró pé de serra para todos os teresinenses.

“A banda surgiu há mais de 20 anos e, devido a pandemia, tivemos que parar. Mas, graças a Deus, conseguimos ser um dos grupos contemplados pela lei”, afirma Vicente Visgueira.

Os “Caba do Forró” se destaca tocando um ritmo mais tradicional em seu repertório. A banda já fez bastante sucesso em outras cidades do nordeste com as canções de Luiz Gonzaga, e também com os forrós mais atuais. Para esta apresentação, o grupo promete não deixar ninguém parado.

“Estaremos esperando vocês com muito forró pé de serra e, com certeza, vocês vão gostar muito”, conclui.

A live acontece no canal do YouTube do sanfoneiro Vicente.

Balé da Cidade busca alternativas para não parar durante o isolamento social

O isolamento social, necessário por conta da pandemia, pegou a todos de surpresa e fez com que muitos profissionais repensassem a forma de continuar produzindo dentro dessa realidade. Para quem trabalha com arte e público, foi um desafio olhar para as quatro paredes de sua casa e repensar seus modos de produzir.

Nesse período, o Balé da Cidade de Teresina não parou. A Companhia seguiu com sua rotina de encontros, à distância e online, e seguiu trabalhando através das plataformas digitais, compartilhando com o público aulas e conversas sobre dança e o fazer artístico.

E foi também nesse contexto que nasceram duas criações do Balé da Cidade: o espetáculo online Morada e a ação de rua Comensura. As duas produções buscaram na realidade da pandemia sua inspiração para dançar esse momento e apresentar um olhar artístico sobre esse “novo normal”.

Para Janaína Lobo, artista da dança e coordenadora artística do Balé da Cidade, três coisas serviram de inspiração: sua formação em arquitetura, pensar em um “registro” desse momento e o desejo de realizar uma criação pela Companhia. “Eu, como arquiteta de formação e interesse pessoal, sempre gostei muito das casas das pessoas. Sempre entendi que as casas são corpos, falam muito sobre quem mora em cada lugar. Então, sempre tive esse fascínio. Além disso, entendi que ainda iríamos passar um bom tempo trabalhando em casa. Quando me deu esse clique, pensei em usar esse momento para criar alguma coisa que vire um registro para a posteridade, da gente que passou por isso e como isso reverberou artisticamente. Um terceiro ponto é que eu já estava na pilha de criar para o Balé. Essa é a minha primeira criação com a Companhia”, diz.

Já para o coreógrafo e bailarino do Balé da Cidade, Adriano Abreu, tudo começou com uma inquietação que só crescia com o isolamento e a saudade de ter contato próximo com o público. “Foram meses morando sozinho e privado de exercer minhas ações corriqueiras que vinham desde a criação, apresentações e uma necessidade de se alimentar pelo contato com o outro. Estava sendo difícil não contar mais com o contato físico, mesmo reinventando a forma de criar dentro do Balé, ainda assim, eu enquanto artista buscava preencher o vazio que o não presencial trouxe. Foi incrível perceber as novas possibilidades nessa situação pandêmica, mas em mim existia a ânsia de voltar, de se encontrar e quebrar as impossibilidades que o virtual também traz consigo”, explica.

Morada foi à primeira criação. Janaína criou o espetáculo totalmente online. As reuniões com a equipe, o estudo de lugares para dançar dentro da casa de cada bailarino, a ideia de cada movimento, a forma de apresentar e a transmissão. Desta forma, foram apresentadas três temporadas através de plataformas de vídeo. “O Morada foi realmente feito à distância. Ficou como característica da obra ela ser ensaiada, pensada e todo o processo online; por exemplo: eu nunca fui à casa de ninguém. Teve muita insegurança no começo, tiveram momentos que me senti perdida. Foi um processo achar como funcionava a comunicação para essa criação. Apresentar também foi um experimento. Podia ter dado tudo errado. Eu, pelo menos, como criadora, ainda me sinto tateando essas plataformas, esses outros jeitos de criar. Então, acho que cada apresentação foi nos ensinando algumas coisas”, conta a coordenadora.
Já o Comensura se realizou como uma ação de rua. Por duas vezes, após a diminuição de casos de Covid-19 em Teresina e com a flexibilização, os bailarinos da Companhia ocuparam praças do centro da cidade.

“A minha proposição para os bailarinos do Balé da Cidade de Teresina veio justamente a fim de esmiuçar, compartilhar, e nos fazer questionar o novo modo de ir para o mundo, de trabalhar, se relacionar com o outro e ainda tentar se manter saudável. Os corpos reagiram de maneiras peculiares. A pesquisa em torno do contato se baseou no estudo de medos, encorajamento, preocupação e alerta. Observamos a medida exata permitida e a superproteção do corpo, que trouxeram dentro desse processo, ainda em descoberta, o confronto com a rua, com o contato mensurado, a informação e tentativa de conscientização para dizer que o fato de estarmos de volta não significa que tudo acabou”, finalizou Adriano.

Morada e Comensura são ações artísticas que têm como ponto de partida comum as vivências dos artistas do Balé da Cidade de Teresina na pandemia. As criações trazem sentimentos e questionamentos sobre o que foi vivido individualmente que, em algum grau, foi vivido pela população como um todo trazendo reflexões e criando possibilidades de relação, já que a arte opera trazendo possibilidades de realidade.

Sobre a Companhia

O Balé da Cidade de Teresina é uma companhia pública de Dança Contemporânea que vem atuando no cenário artístico local e nacional, contribuindo com o desenvolvimento e aprofundamento da dança piauiense. Vem aproximando a dança da cidade, através da sua atuação compromissada em diferentes ações, como temporadas de apresentações públicas, conversas e formação continuada.
O Balé da Cidade de Teresina conta com 18 bailarinos e é mantido pela Prefeitura Municipal de Teresina, através da Associação dos Amigos do Balé da Cidade de Teresina e da Fundação Monsenhor Chaves. Tem direção geral de Chica Silva, coordenação artística de Janaína Lobo e ensaios de Carla Fonseca.

Live da Banda Discobertos acontece hoje e terá o melhor da Jovem Guarda e Disco

Na noite desta quarta-feira (20), será realizada, via YouTube, a “Live Emoções” da Banda Discobertos, que promete canções inesquecíveis das décadas de 50, 60 e 70. A banda promete uma hora e meia de recordações, com músicas de artistas como: Os Incríveis, Roberto Carlos, Renato e Seus Blue Caps, Pholhas, Frenéticas, ABBA e outros.

Formada por Thiago Damasceno, Agatha Silva, Ynácio Adriano, Cauê de Lima, Ednardo Damasceno e Lucas Cardoso a Banda Discobertos tem três anos de existência e se apresenta em bares, restaurantes e em eventos particulares de Teresina. Por conta da pandemia do COVID-19, a banda parou suas atividades e agora retorna.

O cantor Thiago Damasceno conta que a live tem o apoio financeiro repassado por meio do Edital da Lei Aldir Blanc, executado pela Prefeitura Municipal de Teresina, através da Fundação Monsenhor Chaves.

“A Lei Aldir Blanc tem dado oportunidade para diversos artistas da capital e esse apoio é muito importante para nossa classe, pois fomos um dos setores mais prejudicados durante o isolamento social”, comenta Thiago Damasceno.

A Live Emoções começa às 20 horas e terá transmissão ao vivo pelo YouTube. Para assistir basta entrar no canal youtube.com/bandadiscobertos.

Museu de Arte Sacra Dom Paulo Libório preserva a memória sacra e fomenta pesquisas acadêmicas em Teresina

O museu de Arte Sacra Dom Paulo Libório é um importante espaço cultural teresinense e conta com rico acervo de objetos artísticos e religiosos e com uma biblioteca com 2 mil livros disponíveis. O museu foi inaugurado em agosto de 2011 e funciona no local onde foi última moradia de Dom Paulo Libório.

Com um acervo tão rico e raro, o museu tornou-se referência em pesquisas acadêmicas sobre arte sacra, religiosidade, história e até moda. O professor Paulo de Tarso Batista é um desses pesquisadores que está sempre mergulhado nas raridades do museu para suas pesquisas e livros. “Esse museu é muito importante para a nossa cidade, são peças raras, um acervo inestimável e valioso e que merece reconhecimento e cuidado”.

Autor de livros sobre personalidades piauienses e atualmente escrevendo um livro sobre Dom Severino, sua pesquisa utiliza a biblioteca e o acervo doado pela família de Dom Paulo Libório para o museu. “Dom Severino foi um importante arcebispo de Teresina e teve muita importância tanto religiosa como política para a cidade à época e eu sabia que o material necessário para escrever o livro estaria aqui no museu”.

Desde a sua fundação em 2011, o espaço vem se dedicando ao trabalho de identificação, documentação, proteção, preservação e divulgação dos bens culturais de uma rara coleção que desperta a atenção de pesquisadores e admiradores do Brasil. Danylo Mendes, funcionário do museu, destaca a sua importância para a cidade. “O nosso esforço é pra valorizar e preservar o acervo histórico e cultural de caráter sacro, a biblioteca com cerca de 2600 livros que data desde o século XIX contendo exemplares raros, a estrutura arquitetônica e peças de valor inestimável para a população Teresinense. Pois é importante a gente olhar pra isso tudo, enxergar nossa história, ter esse contato com o que faz parte da gente e que acabamos esquecendo com o tempo”.

Fechado desde o inicio da pandemia, o museu se organiza para voltar a receber visitações, seguindo as medidas de segurança e saúde recomendadas pela Prefeitura de Teresina. “Estamos trabalhando internamente para a conservação e manutenção do acervo, respeitando as medidas de segurança devido à pandemia e traçando estratégias para a reabertura ao público de forma segura, além de aproximar o museu aos teresinenses, visitantes de outras cidades e até mesmo estrangeiros que já passaram por aqui”, conta Danylo.

Orquestra Sanfônica inicia ensaios do projeto Frevo Sanfonado

A orquestra Sanfônica de Teresina é um projeto da Fundação Monsenhor Chaves (FMC) através da Prefeitura de Teresina, que atua há 07 anos, encantando o público com acordes Sanfônicos, em arranjos que mesclam o popular e o erudito.

A partir de amanhã (19) a Orquestra retoma os ensaios e inicia mais um ciclo do projeto “Frevo Sanfonado”. Neste concerto, o público pode esperar canções populares, frevos e marchinhas, além dos clássicos instrumentais alusivos ao carnaval.

Os ensaios serão retomados seguindo todas as orientações do Ministério da Saúde, com dias divididos por naipe (grupos menores com vozes musicais idênticas), respeitando o distanciamento e com atenção ao ambiente com circulação de ar. Máscara e álcool são instrumentos fundamentais para proteção dos músicos, dificultando a disseminação do vírus.

Como uma das únicas Orquestras Sanfônicas do país, esta iniciativa permite a valorização dos projetos culturais ativos em Teresina de forma positiva e responsável.

Comunicado Lei Aldir Blanc

A Gerência de Promoção Cultural da Fundação Monsenhor Chaves (FMC) orienta os proponentes contemplados pela Lei Federal Aldir Blanc a aguardarem a resolução da Procuradoria Geral do Município, solicitada pelo Departamento Jurídico da FMC em função da situação pandemica estadual.

A FMC estuda a possibilidade de estender o prazo para a realização dos projetos e sua devida prestação de contas para o dia 30/12/2021, devido a preocupação da entidade para com saúde dos participantes.

Para mais informações, entre em contato com a FMC através do número (86) 3215-7815 ou pelas redes sociais (@cultura_the).